- O dólar à vista fechou em alta de 0,37%, cotado a R$ 5,434, nesta terça-feira, 26.
- A moeda variou entre R$ 5,400 e R$ 5,449, influenciada pela leitura do IPCA-15, que teve uma deflação de 0,14%, abaixo das expectativas.
- A deflação menor que o esperado elevou as expectativas de juros futuros, com analistas prevendo menos cortes na Selic.
- A volatilidade aumentou com as ações de Donald Trump, que tentou demitir a dirigente do Federal Reserve, Lisa Cook, gerando preocupações sobre a independência do banco central americano.
- As bolsas americanas permaneceram estáveis, enquanto investidores aguardam o balanço trimestral da Nvidia, previsto para amanhã.
O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,37%, cotado a R$ 5,434 nesta terça-feira, 26. A moeda oscilou entre R$ 5,400 e R$ 5,449, refletindo a reação do mercado à leitura do IPCA-15, que apresentou uma deflação de 0,14%, embora inferior às expectativas. Esse resultado menos negativo gerou uma elevação nas expectativas de juros futuros, com analistas prevendo menos cortes na Selic.
A volatilidade nos mercados foi acentuada pelas ações de Donald Trump, que tentou demitir a dirigente do Fed, Lisa Cook. Essa movimentação reacendeu preocupações sobre a independência do banco central americano, potencialmente pressionando os juros e aumentando a aversão ao risco entre os investidores. A estrategista-chefe da Nomad, Paula Zogbi, destacou que as críticas de Trump à China e à Índia em relação à política tarifária também influenciaram o comportamento do mercado, levando investidores a explorar novas oportunidades.
Apesar das oscilações, as bolsas americanas mantiveram-se estáveis, com os investidores adotando uma postura cautelosa enquanto aguardam o balanço trimestral da Nvidia, previsto para amanhã. O dólar à vista, utilizado em transações de curto prazo, reflete o valor real de mercado, enquanto o dólar futuro é negociado com base nas expectativas econômicas, podendo apresentar variações significativas.
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