- Em 2025, a Forbes Brasil divulgou a lista de 300 bilionários, com apenas 27 deles com menos de 40 anos.
- A maioria dos jovens bilionários são herdeiros, exceto Pedro Franceschi, cofundador da fintech Brex.
- Amelie Voigt Teles, de 20 anos, perdeu o título de bilionária mais jovem do mundo para Johannes von Baumbach, de 19 anos.
- Amelie possui um patrimônio de R$ 3,4 bilhões e ocupa a 121ª posição no ranking.
- Helena Petry, de 23 anos, é uma nova bilionária com R$ 1,9 bilhão, filha da herdeira Marcia da Silva Petry.
Em 2025, a Forbes Brasil revelou a lista de 300 bilionários no país, destacando que apenas 27 deles têm menos de 40 anos. A maioria desses jovens bilionários é composta por herdeiros, com exceção de Pedro Franceschi, cofundador da fintech Brex.
Recentemente, Amelie Voigt Teles, de 20 anos, perdeu o título de bilionária mais jovem do mundo para Johannes von Baumbach, de 19 anos, herdeiro da farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim. Amelie, que possui um patrimônio de R$ 3,4 bilhões, ocupa a 121ª posição no ranking geral.
Novas Adições ao Ranking
Entre os jovens bilionários, Helena Petry, de 23 anos, é uma nova adição, com um patrimônio de R$ 1,9 bilhão. Ela é filha de Marcia da Silva Petry, herdeira do cofundador da WEG, Eggon João da Silva. Além de Amelie e Helena, outros membros da família Voigt também figuram na lista.
Lívia Voigt, prima de Amelie, possui R$ 6,6 bilhões e ocupa a 60ª posição. Os irmãos Felipe e Pedro Voigt Trejes têm um patrimônio de R$ 3,6 bilhões cada, empatando na 114ª posição. A lista reflete a concentração de riqueza em empresas familiares, especialmente na WEG.
O Cenário dos Jovens Bilionários
A Forbes destaca que, entre os jovens bilionários, Pedro Franceschi é o único que não herdou sua fortuna. A Brex, avaliada em US$ 3,4 bilhões, oferece soluções de cartões de crédito corporativos e já captou US$ 300 milhões em investimentos. Franceschi e seu sócio, Henrique Dubugras, possuem uma participação de 28% na startup.
A lista de bilionários brasileiros evidencia a predominância de herdeiros, com sete deles ligados à WEG e outros a conglomerados como AB InBev e Suzano. O crescimento de jovens como Amelie e Helena indica uma nova geração de líderes no cenário econômico do Brasil.
Entre na conversa da comunidade