- O Flamengo vendeu Matheus Gonçalves ao Al-Ahli, da Arábia Saudita, por 8 milhões de euros (aproximadamente R$ 50 milhões).
- O clube também emprestou Lorran ao Pisa, da Itália, com opção de compra.
- A dívida do Flamengo aumentou de R$ 48 milhões em 2023 para R$ 327 milhões em 2024.
- O clube investiu R$ 415 milhões em reforços, enquanto as receitas com vendas caíram para R$ 107 milhões, o menor valor desde 2019.
- A diretoria busca novas vendas e considera dispensar jogadores como Victor Hugo, Juninho, Michael e Everton Cebolinha para equilibrar as finanças.
O Flamengo está implementando uma estratégia financeira para equilibrar suas contas após um período de altos investimentos. A venda de Matheus Gonçalves ao Al-Ahli, da Arábia Saudita, por 8 milhões de euros (aproximadamente R$ 50 milhões), e o empréstimo de Lorran ao Pisa, da Itália, com opção de compra, são passos importantes nesse processo.
A decisão de negociar jogadores surge em um contexto onde a dívida do clube cresceu de R$ 48 milhões em 2023 para R$ 327 milhões em 2024. O Flamengo, que investiu R$ 415 milhões em reforços na última janela, viu suas receitas com vendas de atletas caírem para R$ 107 milhões, o menor valor desde 2019. A balança negativa entre compras e vendas foi um dos principais fatores para o aumento da dívida.
Com a saída de Matheus Gonçalves, o Flamengo ultrapassa a marca de R$ 500 milhões em vendas de jogadores em 2025, a maior receita desde a venda de Lucas Paquetá em 2019. O presidente Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, orientou que os maiores investimentos sejam feitos apenas no segundo semestre, enquanto o diretor José Boto já concretizou vendas significativas, como a de Fabrício Bruno para o Cruzeiro por R$ 44 milhões e Alcaraz para o Everton por R$ 96 milhões.
Além disso, o clube está atento a novas oportunidades de venda, visando reduzir o elenco e equilibrar as finanças. Jogadores como Victor Hugo, Juninho, Michael e Everton Cebolinha estão na lista de possíveis dispensas, refletindo a necessidade de ajustes no time. A diretoria busca um caminho sustentável para o futuro do Flamengo, focando em um planejamento financeiro mais equilibrado.
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