- A Simpress inaugurou um centro de remanufatura em Santana de Parnaíba, São Paulo, com capacidade para processar 1,7 mil dispositivos por dia.
- O investimento foi de R$ 2,5 milhões e visa fortalecer a economia circular e a reciclagem de eletrônicos.
- A empresa pretende aumentar o reaproveitamento de eletrônicos em 87,6% em 2024, passando de 8,9 mil para 16,7 mil unidades.
- Para 2025, a meta é um crescimento adicional de 65%.
- O CEO da Simpress, Vittorio Danesi, destacou a importância da sustentabilidade tecnológica e a revitalização de equipamentos como estratégia de negócios.
A Simpress, empresa brasileira de aluguel de eletrônicos, inaugurou um novo centro de remanufatura em Santana de Parnaíba (SP), com capacidade para processar 1,7 mil dispositivos por dia. O investimento de R$ 2,5 milhões visa fortalecer a economia circular e a reciclagem de equipamentos eletrônicos, um foco da empresa desde sua fundação nos anos 2000.
Com a nova unidade, a Simpress espera aumentar o reaproveitamento de eletrônicos em 87,6% em 2024, passando de 8,9 mil para 16,7 mil unidades. Para 2025, a meta é um crescimento adicional de 65%. O Brasil, atualmente o 5º maior produtor de lixo eletrônico do mundo, enfrenta um desafio ambiental significativo, e a Simpress busca mitigar esse problema.
O CEO da Simpress, Vittorio Danesi, destacou a importância da sustentabilidade tecnológica como estratégia de negócios. Ele explicou que a remanufatura permite que equipamentos ainda funcionais sejam revitalizados e reutilizados, prolongando sua vida útil. Um exemplo prático é o processo de reforma de notebooks, que inclui limpeza, formatação e substituição de peças desgastadas antes de serem oferecidos novamente a clientes.
A eficiência do modelo de negócios da Simpress também se reflete em seu crescimento financeiro. Em 2022, a empresa alcançou uma receita recorde de R$ 1,7 bilhão, dobrando seu faturamento em quatro anos. Atualmente, atende mais de 3 mil clientes, incluindo 60 das 100 maiores empresas do Brasil. O vice-presidente de operações, Carlos Pulici, enfatizou que a melhor destinação para um aparelho é seu retorno ao uso, o que não apenas reduz o impacto ambiental, mas também oferece uma alternativa econômica sem comprometer a qualidade.
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