- A Ibiuna Investimentos, com mais de R$ 12 bilhões sob administração, aposta em empresas domésticas resilientes devido à expectativa de queda na taxa Selic.
- O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de apenas 0,4% no segundo trimestre, abaixo do 1,3% anterior.
- O Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou deflação de 0,14% em agosto, a primeira em dois anos.
- A gestora investiu em ações de Localiza, Cyrela, Vivara e Itaú, priorizando empresas com baixa alavancagem e forte resiliência operacional.
- A Ibiuna recebeu a nota máxima (MQ1) da Moody’s, destacando a solidez de seus processos e governança, e vê oportunidades em ativos domésticos com a possível queda de juros.
A Ibiuna Investimentos, gestora com mais de R$ 12 bilhões sob administração, reafirma sua confiança em empresas domésticas resilientes, especialmente com a expectativa de queda na Selic. O relatório divulgado pela casa destaca que a atividade econômica brasileira deve desacelerar, refletindo um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de apenas 0,4% no segundo trimestre, abaixo do 1,3% anterior.
A inflação também apresenta sinais de arrefecimento, com o IPCA-15 registrando uma deflação de 0,14% em agosto, a primeira em dois anos. Para a Ibiuna, esse cenário macroeconômico pode antecipar ajustes na taxa Selic, atualmente em 15% ao ano. O relatório sugere que o Banco Central pode iniciar cortes na taxa antes do previsto, possivelmente entre dezembro deste ano e o primeiro trimestre de 2026.
Estratégias de Investimento
Diante desse contexto, a Ibiuna optou por manter seus investimentos em empresas com baixa alavancagem e forte resiliência operacional. Os setores com maior exposição incluem incorporadoras, construtoras, shopping centers, geradoras de energia elétrica e bancos. Recentemente, a gestora investiu em ações de Localiza (RENT3), Cyrela (CYRE3), Vivara (VIVA3) e Itaú (ITUB4).
No segmento de ações, que representa cerca de R$ 2,1 bilhões, a Ibiuna utiliza uma abordagem de gestão ativa, com análise rigorosa e filtros de liquidez. A estratégia de crédito, que soma R$ 2,8 bilhões, investe em debêntures de infraestrutura e bonds na América Latina. A área macro, com R$ 7,1 bilhões, busca identificar ciclos monetários globais e locais.
Reconhecimento e Futuro
A Ibiuna recebeu a nota máxima (MQ1) da Moody’s, destacando a solidez de seus processos e governança. Com a eleição de 2026 no horizonte e a possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve, a gestora vê oportunidades para ampliar ganhos em ativos domésticos. A expectativa é que setores com baixa alavancagem e voltados ao consumo interno se beneficiem em um ambiente de juros em queda.
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