- O Ibovespa iniciou o dia com leve alta de 0,01%, alcançando 140.348 pontos.
- O índice havia fechado a terça-feira com queda de 0,67% e acumula alta de 1,9% nos últimos doze meses.
- A produção industrial de julho recuou 0,2%, conforme esperado pelo mercado.
- O dólar caiu 0,33%, cotado a R$ 5,455, após três altas consecutivas.
- Nos Estados Unidos, uma audiência discute práticas comerciais que podem afetar o Brasil, gerando preocupações sobre retaliações comerciais.
O Ibovespa iniciou o pregão desta quarta-feira, 3 de setembro, com leve alta de 0,01%, alcançando 140.348 pontos por volta das 10h25. O índice, que havia fechado a terça-feira com queda de 0,67%, acumula uma alta de 1,9% nos últimos 12 meses. A produção industrial de julho apresentou recuo de 0,2%, alinhando-se às expectativas do mercado.
O cenário internacional também influencia o mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, uma audiência entre representantes do Brasil e do USTR, órgão ligado à Casa Branca, discute a Seção 301, que investiga práticas comerciais que possam prejudicar os EUA. Essa situação gera preocupações sobre possíveis retaliações comerciais, especialmente em um momento em que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF continua a atrair atenção.
No mercado de câmbio, o dólar caiu 0,33%, sendo cotado a R$ 5,455. A moeda americana havia registrado três altas consecutivas nos dias anteriores. A movimentação no câmbio reflete a cautela dos investidores em relação ao cenário político e econômico.
Cenário Internacional
Os mercados internacionais apresentaram reações mistas. Na Ásia, o Hang Seng de Hong Kong caiu 0,60%, enquanto o CSI 300 da China recuou 0,68%. O Nikkei 225 do Japão também registrou queda de 0,88%, impactado por incertezas políticas internas. Por outro lado, na Europa, as bolsas abriram em alta, com o índice francês CAC 40 subindo 0,73%.
A produção industrial no Brasil, que acumula perdas nos últimos meses, teve a metalurgia como um dos setores mais afetados, com queda de 2,3%. No entanto, produtos farmacêuticos e farmoquímicos mostraram crescimento de 7,9%. O cenário fiscal na Europa também preocupa, com o Deutsche Bank alertando sobre a dinâmica da dívida em vários países, o que pode impactar os mercados globais.
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