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Master compra banco e discute reforma do IR e gastos públicos em C-Level Call

Banco Central rejeita compra do Master pelo BRB, que enfrenta dificuldades para encontrar novo comprador e aprovar cortes fiscais no Congresso

Repórteres de economia apresentam o C-Level Call, bate-papo semanal com assinantes da Folha (Foto: Reprodução)
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  • O Banco Central rejeitou a compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB) devido a preocupações com a contaminação por ativos de risco.
  • A repórter Adriana Fernandes destacou que a operação pode dificultar a busca por um novo comprador para a instituição.
  • O BRB, liderado por Daniel Vorcaro, enfrenta desafios para encontrar um substituto caso a compra não avance.
  • A C-Level Call também discutiu a complexidade da aprovação do projeto de corte de 10% nas desonerações fiscais no Congresso, considerado difícil por alguns parlamentares.
  • O governo analisa alternativas para equilibrar as contas, como o uso de leilões de petróleo e dividendos de estatais.

A C-Level Call desta quinta-feira (4) trouxe à tona a rejeição do Banco Central à compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). A informação foi antecipada pela repórter Adriana Fernandes na noite anterior, destacando a preocupação com a possível contaminação por ativos de risco do Master. A situação levanta dúvidas sobre a viabilidade de um novo comprador para a instituição.

Durante a chamada, Adriana mencionou que o BRB, sob a liderança de Daniel Vorcaro, pode enfrentar dificuldades para encontrar um substituto caso a operação não avance. “O BC vê dificuldade de um outro banco assumir o Master”, afirmou. O próximo passo será observar a postura do BRB e do Banco Central em relação a essa questão.

Desafios no Congresso

Além da questão da compra, a C-Level Call também abordou a complexidade da aprovação do projeto de corte de 10% nas desonerações fiscais no Congresso. A repórter Idiana Tomazelli destacou que o projeto é considerado difícil de aprovar por alguns parlamentares, especialmente em um momento político delicado, com o desembarque de partidos como União Brasil e PP. “O projeto chegou muito pesado, muito ambicioso”, comentou uma fonte do Congresso.

As repórteres também discutiram as perspectivas de gastos do governo em um ano eleitoral, mencionando iniciativas como o Vale Gás e a possibilidade de utilizar leilões de petróleo e dividendos de estatais para equilibrar as contas. Idiana lembrou que a legislação permite que a receita de leilões não precise ser contabilizada no ano em que ocorre, oferecendo uma margem de manobra para o governo.

A C-Level Call é um espaço semanal dedicado a investidores e executivos, promovendo discussões sobre economia e política. A próxima edição ocorrerá na quinta-feira seguinte, às 18h.

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