Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasil estabelece regulação para criptomoedas visando segurança e inovação até 2025

Brasil regulamenta mercado de criptomoedas com a Lei nº 14.478/22, que estabelece supervisão do Banco Central e novas diretrizes até 2025

Direito e tecnologia (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Lei nº 14.478/22, que regulamenta o mercado de criptomoedas no Brasil, entrou em vigor em 1º de agosto de 2023.
  • O Banco Central agora supervisiona o setor, com novas definições previstas até 2025.
  • A legislação estabelece diretrizes para corretoras, buscando equilibrar inovação e proteção ao consumidor.
  • A ABCripto, associação do setor, lançou a Certificação de Especialista em Ativos Virtuais para capacitar profissionais.
  • Discussões sobre tributação estão em andamento, com emendas à Medida Provisória 1303/2025 sendo elaboradas para evitar cobranças inadequadas.

O mercado de criptomoedas no Brasil passa por uma transformação significativa com a implementação da Lei nº 14.478/22, que entrou em vigor em 1º de agosto de 2023. Essa legislação estabelece diretrizes claras para as corretoras, promovendo um ambiente regulatório que busca equilibrar inovação e proteção ao consumidor. O Banco Central agora é o responsável pela supervisão do setor, com novas definições esperadas até 2025.

A nova lei é um marco legal inédito na América Latina, impondo obrigações aos agentes do mercado e fortalecendo a segurança jurídica. O Decreto nº 11.563, publicado em junho de 2023, reforça o papel do Banco Central nesse processo, que já conta com a participação ativa do setor por meio de consultas públicas. A expectativa é que as primeiras definições oficiais sejam divulgadas até o final de 2025, sinalizando um novo capítulo para o ecossistema cripto.

Expectativas e Desafios

A regulamentação exigirá das corretoras padrões semelhantes aos das instituições financeiras tradicionais, como capital mínimo e processos de compliance robustos. Segundo o Banco Central, essas medidas visam aumentar a confiança dos usuários e fomentar um desenvolvimento sustentável do mercado cripto. Embora isso represente custos adicionais, empresas que já operam dentro dessas normas devem se adaptar naturalmente.

A ABCripto, da qual a Ripio é membro fundador, tem atuado ativamente nesse processo regulatório. Renata Mancini, coordenadora do comitê regulatório, destaca a importância da interlocução com o Banco Central, que permite a apresentação de análises consistentes e a representação dos interesses do setor. Recentemente, a ABCripto lançou a Certificação de Especialista em Ativos Virtuais (CEAV), visando capacitar profissionais e elevar o nível de conhecimento no setor.

O Futuro do Mercado Cripto

A nova regulamentação também está sendo discutida em relação à tributação, com emendas à Medida Provisória 1303/2025 sendo elaboradas. A proposta é que a tributação no setor seja definida após a consolidação da regulamentação, evitando que cobranças mal estruturadas incentivem a migração de usuários para plataformas não reguladas. O Brasil se posiciona, assim, para se tornar uma referência global em regulação cripto, alinhando tecnologia e regulação em benefício da sociedade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais