- O Ibovespa futuro subiu 1,18%, alcançando 144.650 pontos na sexta-feira, 5 de setembro.
- A alta foi impulsionada por dados fracos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que aumentaram as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve.
- O dólar apresentou queda e a balança comercial brasileira teve superávit 35,8% maior em agosto.
- A tendência positiva foi sustentada por ações de grandes empresas, como bancos, Vale S.A. e Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras).
- No gráfico diário, o índice confirmou a segunda alta consecutiva, com resistência em 145.465/146.945 pontos e suporte em 143.160/141.550 pontos.
O Ibovespa futuro (WINV25) registrou uma alta de 1,18%, alcançando 144.650 pontos na última sexta-feira (5). O movimento foi impulsionado por dados negativos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que aumentaram as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve em setembro. O dólar também apresentou queda, enquanto os juros futuros seguiram a tendência global.
O desempenho positivo do índice foi sustentado por ações de grandes empresas, como bancos, VALE3 e PETR4. Além disso, a balança comercial brasileira reportou um superávit 35,8% maior em agosto, contribuindo para um viés otimista no mercado.
Análise Técnica
No gráfico de 15 minutos, o ativo demonstrou uma reação robusta. Para manter o fluxo comprador, é necessário romper a resistência em 144.750/144.975 pontos, o que poderia abrir espaço para alcançar 145.465/145.940 pontos e, posteriormente, 146.330/146.945 pontos. Por outro lado, a perda do suporte em 144.500/143.880 pontos poderia levar o índice a 143.645/143.495 pontos e, eventualmente, a 142.845/142.630 pontos.
No gráfico diário, o índice confirmou sua segunda alta consecutiva, reforçando uma tendência positiva. Para avançar, é essencial superar 145.465/146.945 pontos, mirando em 147.920/148.165 pontos. A perda de 143.160/141.550 pontos poderia resultar em correções mais acentuadas até 140.885/140.000 pontos.
Perspectivas
Na análise de 60 minutos, o mini-índice também confirmou a segunda sessão de alta, operando acima das médias de 9 e 21 períodos. Para sustentar essa tendência, é crucial romper a faixa de 144.700/145.465 pontos, o que abriria caminho para 145.940/146.945 pontos e, em seguida, 147.575/147.925 pontos. Se o suporte em 144.380/143.880 pontos for perdido, o ativo pode acelerar a baixa em direção a 142.945/141.550 pontos, com projeções mais longas até 140.885/140.260 pontos.
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