- A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, anunciou que não irá mais processar escritórios de advocacia que orientam produtores rurais a solicitar recuperação judicial.
- A decisão foi comunicada ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti.
- Anteriormente, Tarciana havia considerado ações judiciais contra esses escritórios, gerando uma notificação da OAB, que criticou a postura da presidente.
- Tarciana esclareceu que não tinha a intenção de ferir as prerrogativas da advocacia e que buscará diálogo com a OAB para evitar conflitos judiciais.
- A mudança de postura visa promover um ambiente colaborativo entre o banco e os advogados, facilitando a resolução de problemas financeiros dos produtores rurais.
A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, anunciou que a instituição não irá mais processar escritórios de advocacia que aconselham produtores rurais a solicitar recuperação judicial. A decisão foi comunicada ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, em uma conversa recente.
No mês passado, Tarciana havia mencionado a possibilidade de ações judiciais contra essas bancas, o que gerou uma notificação da OAB. A entidade considerou a postura da presidente inaceitável, afirmando que tentativas de criminalizar a advocacia são preocupantes. Em resposta, Tarciana esclareceu que não tinha a intenção de ferir as prerrogativas da advocacia e que pretende discutir o assunto com a OAB para evitar conflitos judiciais.
Durante uma coletiva de imprensa em 15 de outubro, Tarciana destacou que o departamento jurídico do banco estava avaliando a atuação de escritórios que orientam produtores a buscar recuperação judicial sem antes tentar renegociar com a instituição. A presidente enfatizou a importância do diálogo e da busca por soluções que não envolvam a judicialização do conflito.
A mudança de postura do Banco do Brasil reflete uma tentativa de promover um ambiente mais colaborativo entre a instituição e os advogados, visando a resolução de problemas financeiros dos produtores rurais de forma mais eficiente.
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