- O presidente do São Paulo, Julio Casares, enfrenta críticas da torcida pela venda de jogadores por valores considerados baixos.
- Em 2025, o clube já arrecadou mais de R$ 200 milhões com transferências, buscando um superávit financeiro.
- Casares admite que a fragilidade econômica do clube obriga a diretoria a aceitar ofertas que não seriam consideradas em outras circunstâncias.
- Entre as vendas, destacam-se William Gomes ao Porto por 9 milhões de euros e Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk por 10 milhões de euros.
- O presidente enfatizou a necessidade de equilibrar as finanças e priorizar a revelação de talentos da base, sem investir na compra de direitos econômicos de jogadores.
Julio Casares, presidente do São Paulo, enfrenta críticas da torcida devido à venda de jogadores por valores considerados baixos. Em 2025, o clube já arrecadou mais de R$ 200 milhões com transferências, buscando um superávit financeiro. Casares admite que a fragilidade econômica do Tricolor obriga a diretoria a aceitar ofertas que, em outras circunstâncias, não seriam aceitas.
Entre as vendas realizadas, destacam-se William Gomes ao Porto por 9 milhões de euros e Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk por 10 milhões de euros. O presidente reconhece que a situação financeira exige decisões difíceis, como a venda de atletas promissores. “O dinheiro não aceita desaforo”, afirmou Casares, ressaltando a necessidade de manter um fluxo de caixa positivo.
O dirigente também comentou sobre a importância de equilibrar as finanças do clube. “Não podemos conviver com déficit. Precisamos buscar um superávit”, disse. Em agosto, o São Paulo registrou um superávit de R$ 4,2 milhões, um sinal positivo em meio a um cenário desafiador. Casares enfatizou que o clube não pode mais apostar em vendas futuras sem garantir a saúde financeira.
Além disso, o presidente destacou que o São Paulo não investiu na compra de direitos econômicos de jogadores em 2025, priorizando a revelação de talentos da base. “O ideal seria segurar mais os jovens, mas a necessidade financeira exige medidas duras”, explicou. O clube busca um equilíbrio na dívida e a possibilidade de vendas futuras, dependendo das condições do mercado e do desempenho dos jogadores emprestados.
Entre na conversa da comunidade