- A Exxon Mobil anunciou uma nova forma de grafite que pode aumentar a vida útil das baterias de veículos elétricos em até trinta por cento.
- O CEO da empresa, Darren Woods, apresentou a inovação durante o Simpósio de Energia da Universidade do Texas, em Austin.
- O grafite sintético, que será utilizado no ânodo, promete proporcionar carregamento mais rápido e maior alcance para os veículos elétricos.
- A Exxon planeja iniciar a produção comercial até dois mil e vinte e nove, após a aquisição de ativos da Superior Graphite, com sede em Chicago.
- A empresa também pretende extrair lítio, um componente essencial para as baterias, e enfrenta desafios em projetos de hidrogênio e amônia de baixo carbono.
A Exxon Mobil anunciou uma nova forma de grafite que pode aumentar a vida útil das baterias de veículos elétricos em até 30%. O CEO Darren Woods revelou a inovação durante o Simpósio de Energia da Universidade do Texas, em Austin, afirmando que a nova molécula de carbono representa uma mudança revolucionária no desempenho das baterias. O grafite sintético, utilizado no ânodo, promete carregamento mais rápido e maior alcance para os veículos elétricos.
A empresa também informou que planeja iniciar a produção comercial até 2029, após adquirir ativos da Superior Graphite, com sede em Chicago. Embora a Exxon não tenha a intenção de se tornar uma fabricante de baterias, pretende utilizar suas refinarias e laboratórios para produzir materiais essenciais na transição energética. Além disso, a Exxon planeja extrair lítio, um componente crucial para as baterias.
Woods destacou que, apesar de não atuar diretamente em energia eólica e solar, a Exxon possui capacidade de transformar moléculas e vê oportunidades significativas no uso de hidrogênio e carbono. A empresa tem um histórico de inovações no setor de baterias, incluindo a invenção da bateria de íons de lítio na década de 1970 e o desenvolvimento de novos materiais para separação de componentes.
Entretanto, a Exxon enfrenta desafios em sua área de hidrogênio. Woods mencionou a possibilidade de atrasos em um projeto de hidrogênio e amônia de baixo carbono em Baytown, Texas, devido à falta de interesse dos clientes. A redução do prazo para reivindicar créditos fiscais de hidrogênio também pode impactar o desenvolvimento do mercado, segundo o CEO.
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