- Trabalhadores da Boeing em Missouri continuam em greve após rejeitar uma nova proposta da empresa.
- A greve, que começou em agosto, é a primeira em quase três décadas e envolve cerca de 3.200 funcionários na região de St. Louis.
- A proposta rejeitada oferecia um aumento salarial médio de 45%, elevando a média de R$ 75 mil para R$ 109 mil anuais, além de um bônus de assinatura.
- A International Association of Machinists and Aerospace Workers (IAM) afirmou que o bônus não era suficiente e que não houve aumento nas contribuições para o plano de aposentadoria 401(k).
- A Boeing está contratando novos funcionários para substituir os grevistas e não há novas negociações agendadas.
Os trabalhadores da Boeing em Missouri decidiram continuar em greve após rejeitar uma nova proposta da empresa, que oferecia um aumento salarial médio de 45%. A greve, que começou em agosto, é a primeira em quase três décadas e envolve cerca de 3.200 funcionários na região de St. Louis.
A proposta rejeitada incluía melhorias significativas, como um aumento salarial que elevaria a média de R$ 75 mil para R$ 109 mil anuais, além de um bônus de assinatura. No entanto, a International Association of Machinists and Aerospace Workers (IAM) destacou que o bônus oferecido não era suficiente em comparação com o que outros trabalhadores da Boeing receberam e que não houve aumento nas contribuições para o plano de aposentadoria 401(k).
O presidente da IAM, Brian Bryant, afirmou que os membros demonstraram determinação em não aceitar “meias medidas” da Boeing. A empresa, por sua vez, expressou descontentamento com a decisão dos trabalhadores e afirmou que não há novas negociações agendadas. Dan Gillian, vice-presidente de Boeing Air Dominance, mencionou que a companhia está contratando novos funcionários para substituir os grevistas e que o plano econômico da oferta não mudará.
Os trabalhadores em greve são responsáveis pela montagem e manutenção de caças F-15 e sistemas de mísseis. A situação continua tensa, com a expectativa de que a Boeing precise reconsiderar sua abordagem para atender às demandas dos funcionários.
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