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Volume de serviços avança 0,3% em julho, mantendo crescimento contínuo

Setor de serviços cresce 0,3% em julho de 2025, mantendo alta por seis meses consecutivos, com destaque para tecnologia e telecomunicações

A principal alta ocorreu nos serviços de Informação e comunicação (Foto: Reprodução)
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  • O setor de serviços no Brasil cresceu 0,3% em julho de 2025, marcando a sexta alta consecutiva.
  • O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados em 12 de setembro.
  • No acumulado do ano, o crescimento é de 2,6%, e em doze meses, de 2,9%.
  • Os serviços de informação e comunicação se destacaram com um avanço de 1,0%, impulsionado pela demanda por tecnologia.
  • Apesar do crescimento no setor de serviços, houve quedas na produção industrial e no comércio, com recuos de 0,2% e 0,3%, respectivamente.

O setor de serviços no Brasil registrou um crescimento de 0,3% em julho de 2025, marcando a sexta alta consecutiva. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 12 de setembro. No acumulado do ano, o crescimento é de 2,6%, enquanto em doze meses, a alta chega a 2,9%.

O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelos serviços de informação e comunicação, que avançaram 1,0%, refletindo a crescente demanda por tecnologia e telecomunicações. Este segmento, menos afetado por condições de crédito e taxas de juros elevadas, tem mostrado resiliência desde o fim da pandemia de Covid-19.

Desempenho Regional

A expansão do setor foi observada em 12 das 27 unidades da federação. Os maiores avanços ocorreram em São Paulo e Paraná, ambos com 1,7%, seguidos por Mato Grosso do Sul com 5,7%, Santa Catarina com 0,9% e Rondônia, que surpreendeu com 10,9% de crescimento. O setor de serviços continua a ser o maior empregador do país, evidenciando sua importância na economia nacional.

Apesar do crescimento no setor de serviços, o IBGE também reportou quedas na produção industrial e no comércio, com recuos de 0,2% e 0,3%, respectivamente, em julho. No entanto, a indústria acumulou um crescimento de 1,9% em doze meses, enquanto o comércio teve uma expansão de 2,5%.

O cenário econômico, embora desafiador, é sustentado por um mercado de trabalho robusto, com a taxa de desemprego em mínimas históricas e renda da população em níveis recordes.

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