- O analista Ariel Rosa, do Citi, atualizou a classificação da Union Pacific para “compra”.
- O preço-alvo foi elevado para R$ 251, um aumento de 17% em relação ao fechamento anterior.
- A probabilidade de aprovação da fusão com a Norfolk Southern aumentou para entre 65% e 70%.
- Mesmo sem a fusão, as ações da Union Pacific são consideradas atraentes, negociadas a 18 vezes os lucros projetados.
- Após a atualização, as ações da empresa subiram mais de 1% no pré-mercado.
A Union Pacific recebeu uma atualização positiva do analista Ariel Rosa, do Citi, que elevou a classificação da empresa para “compra” e aumentou o preço-alvo para R$ 251, um valor 17% acima do fechamento anterior. Essa mudança ocorre em meio a uma maior clareza sobre a fusão proposta com a Norfolk Southern, que enfrenta um processo de revisão regulatória.
Rosa acredita que a probabilidade de aprovação da fusão aumentou, situando-se agora entre 65% e 70%. Em julho, o analista havia rebaixado a classificação para “neutro” devido a incertezas em torno do acordo. No entanto, fatores recentes, como a queda no preço das ações e a forte execução operacional da Union Pacific, motivaram a nova avaliação.
O analista destacou que, mesmo que a fusão não se concretize, as ações da Union Pacific permanecem atraentes. Atualmente, elas são negociadas a cerca de 18 vezes os lucros projetados, um valor inferior ao múltiplo de 24,7 do S&P 500. Rosa enfatizou que a atratividade das ações não depende da aprovação do acordo, pois a empresa já apresenta um desempenho robusto.
Após a atualização do Citi, as ações da Union Pacific subiram mais de 1% no pré-mercado desta segunda-feira. O cenário atual sugere que a empresa pode estar se preparando para um futuro promissor, independentemente do desfecho da fusão.
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