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Ações da Magazine Luiza disparam e atraem novos investidores em setembro

A Magazine Luiza enfrenta sinais de sobrecompra, com o Índice de Força Relativa em 78,24 pontos, indicando possível correção nas ações.

Gráfico diário com dados financeiros, elaborado por Rodrigo Paz (Foto: Reprodução)
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  • A Magazine Luiza (MGLU3) teve uma alta de 69,5% em 2025, com crescimento de 27,7% apenas em setembro, alcançando R$ 10,58 por ação.
  • A recuperação ocorreu após um suporte em R$ 6,52, revertendo a tendência de queda dos últimos anos.
  • Os indicadores técnicos mostram que as ações estão em zona de sobrecompra, com o Índice de Força Relativa (IFR) em 78,24 pontos, sugerindo possível correção.
  • As resistências estão em R$ 10,82 e R$ 11,50, enquanto os suportes imediatos são R$ 9,98 e R$ 9,39.
  • A recuperação é impulsionada por estratégias de digitalização e redução do endividamento, com expectativa de queda de juros em 2026.

A Magazine Luiza (MGLU3) apresentou uma recuperação notável em 2025, com alta de 69,5% no ano e 27,7% apenas em setembro, atingindo R$ 10,58 por ação. Essa recuperação é atribuída a um suporte em R$ 6,52, que marcou a reversão da tendência de queda que a empresa enfrentou nos últimos anos.

Os indicadores técnicos mostram que, apesar da forte valorização, as ações estão em uma zona de sobrecompra, o que pode indicar uma correção iminente. O Índice de Força Relativa (IFR) está em 78,24 pontos, sugerindo que o preço pode perder fôlego nos próximos pregões. As resistências mais próximas estão em R$ 10,82 e R$ 11,50, enquanto os suportes imediatos aparecem em R$ 9,98 e R$ 9,39.

Análise de Médio Prazo

No gráfico semanal, a tendência de alta se mantém, com o papel acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. A continuidade dessa tendência depende do rompimento da resistência em R$ 11,50. Se superada, os próximos alvos podem ser R$ 13,73 e R$ 15,92. Por outro lado, a perda das médias móveis indicaria fraqueza, com suportes críticos em R$ 6,52 e R$ 5,54.

A recuperação das ações também é impulsionada por estratégias de digitalização e redução do endividamento. Especialistas destacam que, para investidores de longo prazo, o retorno pode ser significativo, especialmente com a expectativa de queda de juros em 2026 e uma possível recuperação do consumo.

Perspectivas Futuras

Embora a Magazine Luiza tenha sido um dos maiores casos de valorização na Bolsa entre 2016 e 2020, a empresa enfrentou uma queda de mais de 90% desde seu pico. A volatilidade do mercado e a intensa concorrência digital exigem cautela. O Morgan Stanley, por exemplo, manteve a recomendação de venda para as ações, ressaltando a necessidade de atenção em relação à margem EBITDA e ao fluxo de lucro líquido.

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