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Brasil é o segundo país com o iPhone mais caro do mundo, revela ranking do Statista

O iPhone 17 custa R$ 7.999 no Brasil, exigindo 967 horas de trabalho na Índia para o modelo básico e 1.749 horas para o PRO Max.

Foto: Reprodução
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  • O Brasil é o segundo país com o iPhone 17 mais caro do mundo, atrás apenas da Turquia.
  • O modelo de 256 GB custa R$ 7.999, equivalente a US$ 1.510.
  • Na Turquia, o preço chega a US$ 1.890, enquanto nos Estados Unidos o mesmo aparelho é vendido por US$ 799.
  • Os altos preços no Brasil são resultado de impostos, tarifas e custos de logística.
  • A análise também mostra que em alguns países, como a Índia, são necessárias 967 horas de trabalho para comprar o modelo básico do iPhone.

O Brasil é o segundo país com o iPhone 17 mais caro do mundo, perdendo apenas para a Turquia. O levantamento do portal Statista revela que o modelo de 256 GB custa R$ 7.999, equivalente a US$ 1.510. Na Turquia, o preço chega a US$ 1.890. Em contraste, nos Estados Unidos, o mesmo aparelho é vendido por apenas US$ 799.

Os altos preços no Brasil são atribuídos a impostos, tarifas e custos de logística. A análise também mostra que, apesar do custo elevado, em alguns países as pessoas precisam trabalhar mais horas para adquirir o iPhone. Na Índia, por exemplo, são necessárias 967 horas de trabalho para comprar o modelo básico. Para o iPhone 17 PRO Max, esse número sobe para 1.749 horas.

Comparativo Internacional

O Vietnã ocupa o segundo lugar nesse ranking, com 598 horas de trabalho necessárias para o modelo básico e 908 horas para o PRO Max. Na Turquia, os trabalhadores precisam de 461 horas para o iPhone 17 e 639 horas para o PRO Max. O México fecha o top 5, com 352 horas para o modelo básico e 545 horas para o PRO Max.

Esses dados ressaltam como a variação de preços e a carga horária de trabalho para aquisição de produtos eletrônicos podem diferir significativamente entre países. A análise do Statista destaca a complexidade do mercado global de tecnologia e os desafios enfrentados por consumidores em economias emergentes.

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