- O governo brasileiro reafirmou o compromisso com as metas fiscais de déficit zero para 2025 e superávit de 0,25% do PIB para 2026.
- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a importância do apoio do Congresso Nacional para alcançar esses objetivos.
- Haddad mencionou que o governo tem recebido apoio para limitar despesas e evitar “pautas bomba”.
- O Senado deve votar em breve um projeto de lei complementar para a reforma fiscal, que visa simplificar a cobrança de impostos.
- O governo também planeja enviar propostas para regular a economia digital e combater apostas ilegais.
O governo brasileiro reafirmou seu compromisso com as metas fiscais de déficit zero para 2025 e superávit de 0,25% do PIB para 2026. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou a importância do apoio do Congresso Nacional para alcançar esses objetivos durante evento do grupo financeiro J. Safra.
Haddad enfatizou que a compreensão do Legislativo é fundamental para garantir a disciplina fiscal. Ele mencionou que o governo tem recebido apoio para limitar despesas e evitar “pautas bomba”, que poderiam comprometer a base fiscal. As metas estabelecidas incluem uma tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB para mais ou para menos.
Avanços na Reforma Fiscal
O ministro também anunciou que o Senado deve votar, em breve, um projeto de lei complementar essencial para a reforma fiscal. Essa reforma visa simplificar a cobrança de impostos e reduzir litígios, aliviando a carga sobre o Judiciário. Haddad assegurou que a reforma não terá um impacto inflacionário significativo e é crucial para o pacto federativo.
Além disso, o governo planeja enviar, nas próximas semanas, propostas relacionadas à economia digital, incluindo a regulação de data centers e legislação sobre inteligência artificial. O combate a apostas ilegais e a negociação de precatórios também foram mencionados como iniciativas que podem abrir espaço para novos investimentos no país.
O ministro concluiu que o objetivo é terminar o mandato com uma solidez fiscal superior à de 2023, reafirmando a determinação do governo em manter a responsabilidade fiscal diante dos desafios econômicos.
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