- O mercado de criptomoedas passou por forte turbulência nesta segunda-feira, 22 de outubro, com liquidações superiores a US$ 1,5 bilhão em 24 horas.
- Aproximadamente 400 mil traders foram afetados, resultando em quedas acentuadas, especialmente nas altcoins.
- O Bitcoin (BTC) foi negociado a US$ 112.348, apresentando uma queda de 2,7%.
- As liquidações ocorreram principalmente em posições compradas, com US$ 1,61 bilhão encerrado em contratos futuros long e apenas US$ 97 milhões em contratos short.
- O Ethereum (ETH) caiu 6,3%, cotado a US$ 4.169,49, e o Dogecoin (DOGE) teve uma perda de 10%, a US$ 0,2378.
O mercado de criptomoedas enfrentou uma forte turbulência nesta segunda-feira, 22 de outubro, com liquidações que ultrapassaram US$ 1,5 bilhão em apenas 24 horas. Este movimento impactou cerca de 400 mil traders, resultando em quedas acentuadas, especialmente entre as altcoins. O Bitcoin (BTC) foi negociado a US$ 112.348, uma queda de 2,7% nas últimas 24 horas.
As liquidações ocorreram predominantemente em posições compradas, com US$ 1,61 bilhão sendo encerrado em contratos futuros long, enquanto apenas US$ 97 milhões foram liquidadas em contratos short. O Ethereum (ETH) também sofreu perdas significativas, recuando 6,3% e sendo cotado a US$ 4.169,49. Entre as altcoins, o Dogecoin (DOGE) liderou as perdas com uma queda de 10%, a US$ 0,2378.
Contexto do Mercado
A volatilidade atual é atribuída à alavancagem excessiva no mercado, exacerbada pelos recentes cortes de juros do Federal Reserve. Segundo João Galhardo, analista da Mynt, a situação aumentou a vulnerabilidade a correções, levando a um cenário de perdas. Apesar da gravidade, ele acredita que a estrutura de alta permanece, sugerindo que a correção pode ser uma oportunidade para novos investimentos.
O cenário macroeconômico continua a influenciar o mercado. Embora o Federal Reserve tenha reduzido os juros na semana passada, o impacto sobre o Bitcoin foi limitado, com o ativo até mesmo caindo após o anúncio do corte de 0,25 ponto percentual. Investidores estão atentos à divulgação de indicadores de atividade e emprego nos EUA, especialmente a inflação medida pelo PCE, que é crucial para a política monetária do Fed.
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