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Oposição acusa gestão do Vasco de infração e questiona empréstimo de R$ 80 milhões

Oposição do Vasco acusa presidente de violar estatuto e questiona empréstimo de R$ 80 milhões.

Pedrinho é o presidente do Vasco (Foto: Thiago Ribeiro/AGIF)
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  • Uma ala da oposição do Vasco da Gama acusou a gestão do presidente Pedrinho de violar o estatuto do clube. Eles questionaram um empréstimo de R$ 80 milhões.
  • O empréstimo, garantido por 20% das ações da SAF, foi formalizado na 4ª Vara Empresarial do Rio.
  • Oposição enviou ofício pedindo explicações e cobrando transparência.
  • O empréstimo tem carência de 12 meses e pode ser quitado em até 36 meses, com juros de CDI mais 7% ao ano.
  • Felipe Carregal, vice-presidente jurídico, afirmou que a operação constava nos documentos da recuperação judicial e era necessária para equilibrar as contas.

Uma ala da oposição da atual diretoria do Vasco da Gama acusou a gestão do presidente Pedrinho de violar o estatuto do clube. O grupo questionou um pedido de empréstimo de até R$ 80 milhões, formalizado na 4ª Vara Empresarial do Rio. O empréstimo tem como garantia 20% das ações da SAF pertencentes ao CRVG.

A oposição questiona a transparência

Os sócios oposicionistas, Diego Vasquinho, Eduardo Roberty, Erivelton Lazarini, Flávio Lopes, Francisco Kronemberger, Maurício Corrêa, Tanguy Baghdadi e Vitor Roma, enviaram um ofício a Pedrinho e aos presidentes do Conselho Deliberativo, da Assembleia Geral, do Conselho de Beneméritos e do Conselho Fiscal do Vasco. Eles pediram explicações sobre o empréstimo e cobram transparência nos trâmites do financiamento.

**Empréstimo de R$ 80 milhões**

O empréstimo de R$ 80 milhões teria como garantia 20% das ações da SAF que pertencem ao CRVG. O contrato prevê carência de 12 meses, com possibilidade de quitação em até 36 meses, e juros calculados em CDI mais 7% ao ano.

**Resposta da gestão**

Felipe Carregal, vice-presidente jurídico do Vasco, explicou que a operação já constava nos documentos da recuperação judicial. Segundo ele, o empréstimo era necessário para equilibrar as contas sem abrir mão da responsabilidade financeira. Essa necessidade foi exposta de forma clara e transparente em todas as apresentações internas realizadas antes da formulação do pedido de recuperação judicial.

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