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Ibovespa fecha em alta apesar de não atingir novo recorde

Ibovespa fecha em alta de 0,61%, após máxima intradia. Dólar recua e ouro atinge novo recorde.

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  • O Ibovespa fechou em alta de 0,61%, aos 146.336 pontos, após uma queda nas ações da Petrobras e movimentos de realização de lucros.
  • O índice chegou a avançar até 147.558,22 pontos, mas perdeu força com a queda das ações da Petrobras (PETR4; 1,46%), pressionadas pelo forte recuo dos preços do petróleo no exterior.
  • O dólar recuou frente ao real, fechando em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,32, acompanhando a desvalorização da moeda norte-americana no exterior.
  • O ouro atingiu um novo recorde histórico, com o contrato mais líquido fechando em alta de 1,21%, a US$ 3.855,20 por onça-troy, impulsionado pela fraqueza do dólar e temores de uma paralisação do governo norte-americano.
  • O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, descartou mudanças na abordagem atual da instituição em relação às reservas cambiais e ao estoque de swaps.

O mercado financeiro brasileiro encerrou o dia com o Ibovespa fechando em alta de 0,61%, aos 146.336 pontos. O índice chegou a avançar até 147.558,22 pontos, mas perdeu força com movimentos de realização de lucros e a queda das ações da Petrobras (PETR4; 1,46%), pressionadas pelo forte recuo dos preços do petróleo no exterior. O dólar recuou frente ao real, fechando em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,32. O ouro atingiu um novo recorde histórico, com o contrato mais líquido fechando em alta de 1,21%, a US$ 3.855,20 por onça-troy.

Desempenho do Ibovespa

O Ibovespa não conseguiu sustentar seu recorde intradiário, fechando em alta de 0,61% a 146.336 pontos. O índice chegou a avançar até 147.558,22 pontos, mas perdeu força com movimentos de realização de lucros e a queda das ações da Petrobras. O volume financeiro totalizou R$ 15,5 bilhões antes dos ajustes finais, abaixo da média diária de R$ 22,3 bilhões em setembro e de R$ 23,8 bilhões em 2025.

Variação Cambial

O dólar recuou frente ao real, fechando em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,32. Esse movimento acompanhou a desvalorização da moeda norte-americana no exterior, em meio aos temores de uma possível paralisação parcial do governo dos Estados Unidos caso o Congresso não aprove o orçamento até terça-feira (30). No acumulado do ano, a divisa registra baixa de 13,91%.

Commodites

O ouro atingiu um novo recorde histórico, com o contrato mais líquido fechando em alta de 1,21%, a US$ 3.855,20 por onça-troy. O metal foi impulsionado pela fraqueza do dólar e temores de uma paralisação do governo norte-americano. O presidente, Donald Trump, planeja uma reunião com líderes democratas e republicanos do Congresso para evitar o “shutdown.”

Declarações do Banco Central

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, descartou mudanças na abordagem atual da instituição em relação às reservas cambiais e ao estoque de swaps. Galípolo reforçou que o câmbio no Brasil é flutuante e que a instituição atua para corrigir disfuncionalidades. “Não há nenhum objetivo ou preocupação no sentido de recomposição de reservas ou mudanças em swaps”, disse Galípolo.

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