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Taxa de desemprego recua para 5,6% em agosto, repetindo a mínima histórica

Número de pessoas que trabalham com carteira assinada bateu recorde.

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  • A taxa de desemprego no Brasil manteve-se em 5,6% em agosto de 2025, repetindo a mínima histórica.
  • O número de pessoas desocupadas caiu para 6,084 milhões, o menor já registrado.
  • A população ocupada atingiu um recorde de 102,4 milhões, com destaque para os empregos com carteira assinada no setor privado.
  • A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE mostrou uma diminuição de 605 mil pessoas desocupadas em relação ao trimestre anterior.
  • O percentual de desalentados, que são aqueles que desejam trabalhar, mas desistiram de buscar emprego, ficou em 2,4%, com queda de 0,2 ponto percentual.

A taxa de desemprego no Brasil manteve-se em 5,6% em agosto de 2025, repetindo a mínima histórica. O número de pessoas desocupadas caiu para 6,084 milhões, o menor já registrado. A população ocupada atingiu um recorde de 102,4 milhões, com destaque para os empregos com carteira assinada no setor privado.

Destaques do Mercado de Trabalho

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE, mostra que o número de pessoas desocupadas diminuiu em 605 mil em relação ao trimestre anterior. O percentual de desalentados, que são aqueles que desejam trabalhar, mas desistiram de buscar emprego, ficou em 2,4%, apresentando queda de 0,2 ponto percentual no trimestre.

Setores em Alta e em Baixa

Os setores de educação e serviços profissionais puxaram a ocupação no trimestre. Por outro lado, o grupo de serviços domésticos registrou queda de 3,0%, o que equivale a 174 mil pessoas a menos. O nível de ocupação, que mede a proporção de pessoas em idade de trabalhar que estão empregadas, alcançou 58,8%, aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Informalidade no Trabalho

A taxa de informalidade atingiu 38% da população ocupada, equivalente a 38,9 milhões de pessoas. O crescimento foi impulsionado pelos trabalhadores por conta própria sem CNPJ, que chegaram a 19,1 milhões, alta de 1,9% em relação ao trimestre anterior. O movimento reflete a preferência de muitos brasileiros pelo trabalho autônomo.

Análise do Analista

Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, a melhora no mercado de trabalho tem incentivado o grupo de desalentados a retomar a busca por emprego e reintegrar-se à força de trabalho. A redução da desocupação no período foi impulsionada pelos trabalhadores sem carteira no setor de educação pública.

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