- O relatório da Equilar de 2024 revela um aumento nas remunerações dos CEOs de grandes empresas de Wall Street.
- Patrick W. Smith, CEO da Axon Enterprise, lidera a lista com uma remuneração total de US$ 164 milhões, um aumento de 410% em relação ao ano anterior.
- James Robert Anderson, da Coherent, ocupa o segundo lugar com US$ 101 milhões, e Brian R. Niccol, da Starbucks, vem em terceiro com US$ 95,8 milhões.
- H. Lawrence Culp Jr., da General Electric, ficou em quarto lugar com US$ 87,3 milhões, representando um aumento de 538%.
- Os dados analisam compensações de CEOs de empresas com receitas superiores a US$ 1 bilhão, refletindo tanto altos salários quanto os desafios enfrentados por essas organizações.
O aumento nas remunerações dos CEOs de grandes empresas de Wall Street chamou a atenção em 2024. O relatório da Equilar revela que Patrick W. Smith, CEO da Axon Enterprise, lidera a lista com uma remuneração total de US$ 164 milhões, um impressionante aumento de 410% em relação ao ano anterior.
Na sequência, James Robert Anderson, da Coherent, ocupa o segundo lugar com US$ 101 milhões, enquanto Brian R. Niccol, da Starbucks, vem em terceiro com US$ 95,8 milhões. As remunerações refletem não apenas salários-base, mas também bônus e incentivos, evidenciando uma tendência de crescimento significativo nos pagamentos aos executivos.
CEOs em Destaque
H. Lawrence Culp Jr., da General Electric, ficou em quarto lugar com US$ 87,3 milhões, representando um aumento de 538%. A GE passou por mudanças estruturais, desmembrando seu negócio de saúde e energia. Em quinto lugar, Michael J. Arougheti, da Ares Management, teve um aumento de 179%, alcançando US$ 79,1 milhões.
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, e o da Apple, Tim Cook, também figuram entre os dez mais bem pagos. Nadella recebeu US$ 79,1 milhões, enquanto Cook obteve US$ 74 milhões após um aumento de 18% em sua remuneração.
Mudanças e Desafios
As mudanças nas remunerações ocorrem em meio a desafios enfrentados por algumas dessas empresas. A Starbucks, por exemplo, anunciou demissões e fechamento de lojas como parte de uma reestruturação de US$ 1 bilhão sob a liderança de Niccol.
Os dados da Equilar analisam as compensações de CEOs de empresas com receitas superiores a US$ 1 bilhão, considerando as declarações de procuração apresentadas até 30 de abril de 2025. As informações revelam não apenas os altos salários, mas também a dinâmica complexa do mercado e os desafios enfrentados pelos líderes dessas organizações.
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