- A Petrobras irá retomar a produção de fertilizantes na Bahia e Sergipe, com operações previstas para 2026.
- O investimento será de R$ 38 milhões em cada planta, focando na rentabilidade e sustentabilidade dos negócios.
- As plantas devem produzir ureia e Arla 32, atendendo 20% da demanda nacional por fertilizantes nitrogenados, em parceria com a empresa Engeman, por meio de um contrato de R$ 1 bilhão.
- A empresa também planeja investir R$ 2,5 bilhões na construção de embarcações próprias, com a subsidiária Transpetro, visando apoiar suas operações marítimas.
- A Transpetro já contratou ou está em processo de contratação de 44 embarcações até o final de 2025, com um contrato de construção de seis embarcações com o estaleiro Enseada, na Bahia.
A Petrobras anunciou a retomada da produção de fertilizantes em suas plantas na Bahia e Sergipe, com operações previstas para começarem em 2026. O investimento será de R$ 38 milhões em cada unidade, com foco em rentabilidade e sustentabilidade. A CEO da estatal, Magda Chambriard, destacou a importância de garantir negócios que sejam vantajosos tanto para a empresa quanto para as comunidades locais.
As plantas iniciarão um processo de manutenção e deverão produzir ureia e Arla 32, um insumo utilizado em veículos pesados. Juntas, as unidades do Nordeste e a planta do Paraná devem atender 20% da demanda nacional por fertilizantes nitrogenados. A operação será realizada em parceria com a empresa Engeman, por meio de um contrato de R$ 1 bilhão.
Investimentos em Embarcações
Além do retorno aos fertilizantes, a Petrobras planeja investir R$ 2,5 bilhões na construção de embarcações próprias, por meio da sua subsidiária Transpetro. Chambriard explicou que a produção marítima da empresa demanda barcos de apoio para diversas funções, como segurança e transporte. A companhia já contratou ou está em processo de contratação de 44 embarcações até o final de 2025.
A Transpetro também firmou um contrato com o estaleiro Enseada, na Bahia, para a construção de seis embarcações, com um prazo de quatro anos para conclusão. Este movimento visa diversificar a cadeia de fornecimento, minimizando riscos e garantindo a eficiência operacional.
Chambriard enfatizou que a Petrobras está comprometida em revitalizar suas operações no Brasil, ressaltando que a empresa ficou oito anos sem contratar novas embarcações. A retomada das atividades é vista como um passo importante para a sustentabilidade e o crescimento da estatal.
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