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Agro100 aponta as maiores empresas do Brasil no ranking Forbes

Forbes Agro100 2024 aponta faturamento de R$ 1,71 trilhão em 2023, queda de 1% ante 2022, com investimentos, expansão e ESG em foco

A Lista Forbes Agro100 conta com a parceria da Balanços Patrimoniais
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  • O ranking Forbes Agro100 de 2024 aponta faturamento de R$ 1,71 trilhão em 2023, queda de 1% frente a 2022, mesmo com safra de 316,4 milhões de toneladas.
  • A edição destaca continuidade de investimentos, expansão de plantas e projetos ESG/biocombustíveis, com centenas de empresas e cooperações do agronegócio brasileiro.
  • Em 2023 o Brasil abriu 78 novos mercados para seus produtos; entre janeiro e setembro de 2024 foram 122 mercados abertos.
  • Principais empresas: JBS lidera com R$ 363,82 bilhões; Marfrig, R$ 136,49 bilhões; Cargill, R$ 126,4 bilhões; Bunge, R$ 81,7 bilhões; Ambev, R$ 79,74 bilhões; Raízen, R$ 78,45 bilhões.
  • Investimentos em ESG e biocombustíveis seguem, com Cargill investindo R$ 2,6 bilhões em 2023 e Suzano, R$ 18,6 bilhões, para ampliar a capacidade produtiva.

O ranking Forbes Agro100 de 2024, divulgado em outubro, revelou que as empresas do agronegócio brasileiro faturaram R$ 1,71 trilhão em 2023, apresentando um leve recuo de 1% em relação a 2022. Apesar da safra recorde de 316,4 milhões de toneladas de grãos, a queda nos preços das commodities, somada a altos custos de produção, impactou a rentabilidade do setor.

O estudo destaca que, mesmo com a volatilidade do mercado, as empresas continuam a investir em expansão e sustentabilidade. Em 2023, o Brasil abriu 78 novos mercados para seus produtos, com um total de 122 entre janeiro e setembro de 2024. O agronegócio também contribuiu para a contenção da inflação, com alimentos e bebidas apresentando a menor variação em seis anos, segundo o IBGE.

Principais Empresas do Setor

O ranking apresenta as principais empresas do setor, com a JBS liderando, com receitas de R$ 363,82 bilhões. A Marfrig e a Cargill seguem na lista, com receitas de R$ 136,49 bilhões e R$ 126,4 bilhões, respectivamente. A Bunge, a Ambev e a Raízen também figuram entre as maiores, com receitas de R$ 81,7 bilhões, R$ 79,74 bilhões e R$ 78,45 bilhões.

Essas empresas estão investindo em projetos ESG e biocombustíveis, refletindo uma tendência crescente de responsabilidade ambiental. A Cargill, por exemplo, destinou R$ 2,6 bilhões em investimentos em 2023, enquanto a Suzano, maior produtora de celulose do mundo, investiu R$ 18,6 bilhões, focando na ampliação de sua capacidade produtiva.

Desafios e Oportunidades

O setor enfrenta desafios como a necessidade de tecnologias mais acessíveis e a pressão por práticas sustentáveis. Contudo, a continuidade dos investimentos e a abertura de novos mercados demonstram que o agronegócio brasileiro está se adaptando e se posicionando como protagonista global na oferta de alimentos. A lista Forbes Agro100, que conta com a parceria da Balanços Patrimoniais, é um reflexo das dinâmicas e das inovações que permeiam o setor.

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