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Ibovespa encerra o dia em alta após Trump amenizar tom sobre a China

Ibovespa sobe 0,88% a 141.916,45 pontos com tom conciliador de Trump sobre China; dólar recua a R$ 5,4603

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  • Ibovespa encerrou em alta de 0,88%, aos 141.916,45 pontos, nesta segunda-feira, 13 de outubro.
  • Tom conciliador de Donald Trump em relação à China alivia tensões comerciais; Wall Street operou em alta: S&P 500 subiu 1,55%, Nasdaq avançou 2,20% e Dow Jones ganhou 1,29%; volume na B3 foi de R$ 13,1 bilhões.
  • Dólar caiu para R$ 5,4603, recuo de 0,79%, após Trump amenizar discurso sobre tarifas; secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, falou em “desescalada significativa” e apontou que as tarifas anunciadas não entrarão em vigor até 1º de novembro.
  • Recuperação do real e de moedas emergentes apoiou-se na alta de ações e na valorização de commodities, com destaque para o minério de ferro, segundo especialistas.
  • Expectativas apontam para menor liquidez por causa do feriado de Dia de Colombo nos EUA, mas há otimismo com possível encontro entre Trump e Xi Jinping na Coreia.

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,88%, atingindo 141.916,45 pontos nesta segunda-feira, 13 de outubro. O movimento positivo foi impulsionado por um tom mais conciliador do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à China, aliviando as tensões comerciais que influenciam os mercados globais.

As ações internacionais também contribuíram para a alta, com Wall Street registrando ganhos expressivos. O S&P 500 subiu 1,55%, enquanto o Nasdaq avançou 2,20% e o Dow Jones cresceu 1,29%. O volume financeiro na B3 totalizou R$ 13,1 bilhões antes dos ajustes finais.

Câmbio e Tensão Comercial

Após um aumento de 2% na sessão anterior, o dólar recuou, fechando a R$ 5,4603, uma queda de 0,79%. O alívio no câmbio se deu após Trump amenizar seu discurso sobre tarifas, afirmando que os EUA não desejam prejudicar a China. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, comentou que houve uma “desescalada significativa” na situação, reforçando a expectativa de que as tarifas anunciadas não entrarão em vigor até 1º de novembro.

A recuperação do real e a valorização de moedas emergentes foram evidentes, com investidores buscando ativos de maior risco. Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, destacou que a combinação de altas nas bolsas e a recuperação das commodities, especialmente minério de ferro, favoreceu o desempenho do real.

Expectativas Futuras

O feriado do Dia de Colombo nos EUA limitou a liquidez global, mas os mercados se mostraram otimistas com a possibilidade de um encontro entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, na Coreia. As movimentações no mercado de câmbio e ações refletem a confiança renovada dos investidores, que observam atentamente a evolução das relações comerciais entre as duas potências.

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