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Gwyneth Paltrow admite ter tido pessoas tóxicas trabalhando para ela na Goop

Gwyneth Paltrow, fundadora e CEO da Goop, admite cultura tóxica na empresa, assume responsabilidade e afirma que, fora de exceções, a cultura é boa

Gwyneth Paltrow is now admitting she had “toxic people” working for her at her wellness company, Goop. Venetia Scott/ British Vogue
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  • Gwyneth Paltrow reconheceu que a Goop teve pessoas tóxicas e que a cultura da empresa foi afetada, em entrevista à Vogue UK, citando a biografia não autorizada de Amy Odell lançada em julho.
  • Ela afirmou que a percepção de toxicidade a incomoda, pois sempre buscou um ambiente positivo, e admitiu que dificuldade em enfrentar situações problemáticas pode ter contribuído para o problema; disse que assumiu total responsabilidade.
  • A diretora executiva declarou que a toxicidade se espalhou, mas ressaltou que, fora essas exceções, a cultura da Goop é positiva, descrevendo a equipe como engajada, brilhante e colaborativa.
  • A biografia de Odell, com relatos de mais de duzentas pessoas, retrata carga excessiva de trabalho e salários baixos, com ex-funcionários descrevendo Paltrow como chefe errática e perfeccionista e registrando alto turnover.
  • O reconhecimento dos problemas pode sinalizar um passo para melhoria da cultura organizacional, especialmente em um momento de maior valorização do bem-estar no ambiente de trabalho.

Gwyneth Paltrow reconheceu que sua empresa, Goop, teve “pessoas tóxicas” em sua equipe, admitindo que a cultura da empresa foi afetada por isso. Durante uma entrevista à *Vogue UK*, a atriz e empresária falou sobre as alegações contidas na biografia não autorizada escrita por Amy Odell, lançada em julho.

Paltrow afirmou que a percepção de uma cultura tóxica a incomoda, já que sempre se esforçou para promover um ambiente positivo. Ela admite, no entanto, que sua dificuldade em confrontar situações problemáticas pode ter contribuído para a perpetuação desse ambiente. A CEO declarou que a toxicidade se espalhou, assumindo total responsabilidade pelo que ocorreu.

Apesar das críticas, Paltrow enfatizou que, além de algumas exceções, a cultura da Goop é positiva. Ela descreveu a equipe como “engajada, brilhante e colaborativa”, ressaltando o orgulho que sente pelo ambiente de trabalho que ajudou a construir.

A biografia de Odell, que contou com entrevistas de mais de 200 pessoas, retrata um cenário diferente, com relatos de funcionários sobre carga excessiva de trabalho e salários baixos. Ex-colaboradores descreveram Paltrow como uma chefe errática e perfeccionista, levando a um alto índice de rotatividade na empresa.

O reconhecimento de Paltrow sobre os problemas internos pode ser um passo importante para a melhoria da cultura organizacional na Goop, especialmente em um momento em que o bem-estar no ambiente de trabalho é cada vez mais valorizado.

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