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Maersk amplia cargas rápidas na ponte aérea China-Latam e mira hub em São Paulo

Maersk amplia serviço aéreo entre China e América Latina; crescimento de 15% ao mês e mira Brasil em 2026 com hub em São Paulo

Ponte aérea China-LatAm: Maersk cresce com cargas expressas e prevê hub em São Paulo | Com quatro meses de operação, empresa cresce 15% ao mês com o transporte de mercadorias por avião (Foto: Divulgação)
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  • A Maersk intensificou operações aéreas na América Latina, especialmente no eixo China-LATAM, com quatro meses de funcionamento e crescimento de 15% ao mês.
  • A empresa planeja expandir os serviços para o Brasil em 2026, começando por São Paulo como hub estratégico.
  • Voos são realizados para Chile, Colômbia e Panamá com aeronaves próprias, modelos 767 e 777.
  • Foi inaugurado um centro logístico de 20 mil m² no Panamá para consolidar cargas e sustentar a distribuição na região.
  • As importações da China para a região cresceram 17% no segundo trimestre de 2025; a Panama Canal Railway Company foi adquirida pela subsidiária APM Terminals, garantindo a continuidade da movimentação de contêineres.

A Maersk, empresa dinamarquesa de logística, intensificou suas operações aéreas na América Latina, especialmente no eixo China-LATAM. Desde o início do serviço, há quatro meses, a companhia tem registrado um crescimento de 15% ao mês. O presidente da Maersk para a região, Antonio Dominguez, destacou que a demanda por frete rápido, especialmente de produtos do comércio eletrônico asiático, tem impulsionado essa expansão.

Atualmente, a Maersk realiza voos para Chile, Colômbia e Panamá, utilizando suas aeronaves próprias, os modelos 767 e 777. A empresa planeja expandir suas operações para o Brasil em 2026, com São Paulo como um hub estratégico. Dominguez afirmou que a empresa está respondendo à demanda por importações rápidas, especialmente de itens perecíveis, que não podem aguardar o transporte marítimo.

Centro Logístico no Panamá

Recentemente, a Maersk inaugurou um centro logístico de 20 mil m² no Panamá, que servirá como base para gerenciar suas operações na região. Esse centro é fundamental para a consolidação de cargas e distribuição para diversos destinos na América Latina. Com a nova capacidade, a empresa observa um aumento na demanda por espaços de armazenamento e serviços de carga menores, permitindo que as mercadorias sejam consolidadas antes do envio.

A expectativa é que, com a normalização das condições do comércio global, o crescimento do comércio entre a China e a América Latina se mantenha robusto. Dominguez mencionou que as importações da China para a região cresceram 17% no segundo trimestre de 2025 em comparação ao ano anterior, destacando a importância da China no comércio global de contêineres.

A Maersk se posiciona como um player estratégico no Canal do Panamá, e sua subsidiária APM Terminals adquiriu a Panama Canal Railway Company, garantindo a continuidade da movimentação de contêineres, mesmo em situações adversas.

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