- Vendas globais de veículos elétricos e híbridos em setembro somaram 2,1 milhões, alta de 26% em relação ao mesmo mês do ano anterior; China respondeu por cerca de 1,3 milhão de unidades.
- América do Norte atingiu recorde, com demanda impulsionada por incentivos fiscais que estão prestes a expirar.
- Europa avançou 36%, totalizando 427.541 unidades, com o crescimento alimentado por políticas de incentivo, especialmente na Alemanha e no Reino Unido.
- No Brasil, foram vendidas 27,1 mil unidades em setembro, somando 191,8 mil no ano; a Anfavea afirma que o país é o maior da América do Sul e um dos dez maiores do mundo.
- Nos EUA, a demanda pode cair no quarto trimestre com o fim dos incentivos federais; montadoras como General Motors e Hyundai buscam mitigar o efeito com descontos e uso de estoques, enquanto a produção segue em queda devido à incerteza.
As vendas globais de veículos elétricos e híbridos registraram um aumento significativo em setembro, alcançando 2,1 milhões de unidades, um crescimento de 26% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A China, com cerca de 1,3 milhão de unidades, continua sendo o principal mercado, enquanto a América do Norte também bateu recorde, impulsionada por incentivos fiscais que estão prestes a expirar.
Os dados foram divulgados pela empresa de pesquisa Rho Motion, que destacou que a Europa também apresentou um avanço expressivo, com um aumento de 36% nas vendas, totalizando 427.541 unidades. O crescimento no continente foi impulsionado por políticas de incentivo, especialmente na Alemanha e no Reino Unido. Charles Lester, gerente de dados da Rho Motion, mencionou que a corrida por incentivos foi um fator determinante para a alta nas vendas na América do Norte.
Cenário no Brasil e Impactos Futuros
No Brasil, as vendas de veículos elétricos e híbridos somaram 27,1 mil unidades em setembro, acumulando 191,8 mil no ano até o momento. A Anfavea, associação de montadoras, apontou que o mercado brasileiro se posiciona como o maior da América do Sul e um dos dez maiores do mundo.
Entretanto, a expectativa é de que a demanda nos Estados Unidos caia drasticamente no último trimestre deste ano, com o fim dos incentivos federais. Montadoras como General Motors e Hyundai estão tentando mitigar esse impacto, oferecendo descontos e utilizando estoques de concessionárias. Contudo, a produção geral de veículos está sendo reduzida, refletindo a incerteza no mercado.
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