- O Ministério da Saúde anunciou o FIIS-Saúde, Fundo de Investimentos em Infraestrutura de Saúde, com crédito subsidiado de R$ 20 bilhões para obras e aquisição de equipamentos, com inscrições abertas até 7 de novembro de 2025, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
- O fundo prevê carência de dois anos e possibilidade de participação do setor privado, para modernizar a infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar serviços.
- O governo também valoriza as parcerias público-privadas, como o programa Agora Tem Especialistas, para ampliar o acesso a serviços especializados e reduzir filas, destacando que no último ano o Brasil registrou 14 milhões de cirurgias eletivas, 40% a mais que o governo anterior.
- O plano inclui ainda ações de credenciamento universal, uso de equipes volantes e carretas do SUS, além da criação de três mil bolsas de residência médica para ampliar a formação de profissionais.
- Emendas parlamentares já correspondem a 12% do orçamento do Ministério da Saúde, cerca de R$ 240 bilhões, com foco na gestão eficiente, digitalização dos sistemas e redução de desigualdades regionais.
O Ministério da Saúde anunciou novas iniciativas para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) durante o Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp). Entre as ações, destaca-se o lançamento do Fundo de Investimentos em Infraestrutura de Saúde (FIIS-Saúde), que disponibilizará R$ 20 bilhões em crédito subsidiado. O objetivo é financiar obras e aquisição de equipamentos, com inscrições abertas até 7 de novembro de 2025.
O ministro em exercício, Adriano Massuda, enfatizou a importância das parcerias público-privadas, como o programa Agora Tem Especialistas, que visa ampliar o acesso a serviços de saúde especializados e reduzir filas de espera. Massuda destacou que, no último ano, o Brasil alcançou um recorde histórico de 14 milhões de cirurgias eletivas, um aumento de 40% em comparação ao governo anterior.
Iniciativas e Estruturas
O programa Agora Tem Especialistas se baseia em três eixos principais: aproveitamento da capacidade instalada, uso de estruturas já existentes e novos modelos de financiamento. Massuda mencionou também a criação de 3 mil novas bolsas de residência médica e a utilização de equipes volantes e carretas do SUS para atender regiões carentes de profissionais de saúde.
O FIIS-Saúde, operado pelo BNDES, oferece carência de dois anos e juros reduzidos para estados e municípios, além de permitir a participação do setor privado. “Esses recursos vão impulsionar a modernização da nossa capacidade tecnológica”, afirmou Massuda.
Avanços na Gestão do SUS
As emendas parlamentares já correspondem a 12% do orçamento do Ministério da Saúde, cerca de R$ 240 bilhões. A gestão eficiente desses recursos é uma prioridade, com a proposta de criar regras mais claras para seu uso. O governo busca um futuro focado na ampliação do acesso, digitalização dos sistemas e redução das desigualdades regionais.
O Conahp, que reúne gestores e especialistas, propõe um espaço para debater inovações e desafios na saúde, promovendo a integração entre os diversos atores do sistema. As novas iniciativas do Ministério visam não apenas modernizar a infraestrutura, mas também garantir um atendimento mais eficiente e equitativo à população.
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