- Turbi captou R$ 156 milhões em notas locais com Itaú Unibanco para financiar expansão doméstica e preparar um possível IPO; frota em São Paulo passou de 3.500 para 5.800 veículos, com meta de chegar a 7.000.
- A empresa registrou crescimento de 35% na receita no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior; o chief financial officer, Mario Liao, afirma melhoria da alavancagem e abertura para novos mercados.
- A Turbi compete com Localiza, Movida e Unidas, oferecendo aluguel de carros por hora.
- Além de São Paulo, a empresa planeja expansão para outras capitais; Eduardo Portelada, diretor de relações com investidores, diz que a parceria com Itaú pode facilitar futuras colaborações com instituições financeiras.
- A taxa Selic está em 15%; a empresa busca reduzir a dívida líquida em relação ao EBITDA, que fica entre cinco e seis vezes; o CEO Daniel Prado menciona a possibilidade de vender participação para melhorar a estrutura financeira.
A startup brasileira Turbi, especializada no aluguel de carros por hora, anunciou a captação de R$ 156 milhões em uma emissão de notas locais, com o apoio do Itaú Unibanco. O aporte visa financiar sua expansão e preparar a empresa para uma possível oferta pública inicial (IPO). Nos últimos dois anos, a Turbi aumentou sua frota de 3.500 para 5.800 veículos em São Paulo, e com este novo investimento, a expectativa é que o número chegue a 7.000.
O crescimento da receita da Turbi foi significativo, com um aumento de 35% no segundo trimestre em comparação ao ano anterior. O CFO da empresa, Mario Liao, destacou que esse financiamento melhora a alavancagem e abre portas para novos mercados. A Turbi compete diretamente com grandes nomes do setor, como Localiza, Movida e Unidas, oferecendo um modelo de aluguel mais flexível.
Expansão e Estratégia
Além de reforçar suas operações em São Paulo, a Turbi planeja expandir para outras capitais brasileiras. O diretor de relações com investidores, Eduardo Portelada, afirmou que a parceria com o Itaú pode facilitar futuras colaborações com outras instituições financeiras. A alta taxa de juros no Brasil, com a Selic a 15%, tem levado as startups a serem cautelosas na captação de recursos.
A Turbi também está em negociações para reduzir sua dívida líquida em relação ao Ebitda, que atualmente está entre cinco e seis vezes, um patamar considerado elevado. O CEO, Daniel Prado, mencionou que a empresa busca vender uma participação acionária para melhorar sua estrutura financeira e aumentar a competitividade no mercado.
Com esses movimentos estratégicos, a Turbi se posiciona para um crescimento sustentável e uma possível abertura de capital no futuro.
Entre na conversa da comunidade