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Ibovespa fecha em alta impulsionado por Vale e Itaú, Fleury recua

Ibovespa fecha em alta de 0,77%, a 144.509 pontos; Fleury cai por dúvidas sobre operação com Rede D’Or; governo lança crédito de 40 bilhões para reformas

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  • O Ibovespa fechou em alta de 0,77%, aos 144.509 pontos, com Vale e Itaú como principais suportes e Fleury entre as maiores perdas por dúvidas sobre uma possível operação com a Rede D’Or.
  • Nos EUA, as bolsas registraram ganhos: Dow Jones subiu 1,12%, S&P 500 avançou 1,07% e Nasdaq ganhou 1,37%, em movimento sólido de recuperação de apetite pelo risco.
  • À tarde, o governo lançou programa de crédito de 40 bilhões de reais para reformas de casas, o que elevou atenção ao cenário fiscal de 2026 em ano eleitoral.
  • O dólar encerrou em 5,3704 reais, queda de 0,67%, com expectativas de cortes de juros nos EUA e diferencial de juros favorável ao Brasil atraindo investimentos.
  • O boletim Focus do Banco Central manteve a projeção de dólar em 5,45 reais até o fim do ano e 5,50 reais em 2026, enquanto analistas alertam sobre volatilidade caso haja medidas populistas.

O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, 20 de outubro de 2025, superando os 145 mil pontos em seu melhor momento do dia. O índice registrou um crescimento de 0,77%, encerrando a sessão a 144.509 pontos. As ações da Vale e do Itaú foram os principais suportes, enquanto a Fleury liderou as perdas, impactada por incertezas relacionadas a uma possível operação com a Rede D’Or.

No cenário internacional, os mercados dos Estados Unidos também apresentaram desempenho positivo, impulsionados por resultados financeiros favoráveis. O Dow Jones subiu 1,12%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq avançaram 1,07% e 1,37%, respectivamente. Segundo Paul Nolte, consultor sênior da Murphy & Sylvest, o movimento é sólido e generalizado, refletindo uma recuperação do apetite pelo risco.

Cenário Fiscal e Dólar

À tarde, o governo anunciou um programa de R$ 40 bilhões destinado a crédito para reformas de casas. Esse movimento gerou atenção sobre o cenário fiscal para 2026, especialmente em um ano eleitoral. O dólar, por sua vez, teve uma quarta queda consecutiva, fechando a R$ 5,3704, uma diminuição de 0,67%. O diretor de Análise da Zero Markets Brasil, Marcos Praça, destacou que a expectativa de cortes de juros nos EUA e o diferencial de juros favorável ao Brasil têm atraído investimentos.

Entretanto, a volatilidade do câmbio pode ser temporária. Ricardo Trevisan Gallo, presidente-executivo da Gravus Capital, alertou que medidas populistas podem gerar incertezas, potencialmente fortalecendo o dólar novamente. O boletim Focus do Banco Central manteve a previsão de um dólar a R$ 5,45 até o final do ano e R$ 5,50 em 2026.

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