- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou que na próxima semana será votada uma série de alternativas do governo à medida provisória da taxação, que foi rejeitada pelos deputados.
- Motta destacou que a redução de gastos é prioridade e considera a pauta da Casa, além de analisar medidas econômicas, projetos de segurança pública e temas como o Outubro Rosa.
- O líder do governo, José Guimarães, afirmou que haverá esforço concentrado para reduzir despesas e aumentar a arrecadação federal, com a ideia de cortar gastos antes de mudanças tributárias em setores específicos, diante de um déficit público de quase R$ 600 bilhões.
- Entre as matérias em debate está o ajuste fiscal, incluindo a transformação da adulteração de bebidas em crime hediondo, e a redução de incentivos tributários pelo Projeto de Lei Complementar 221/25, que propõe queda de 10% nos benefícios fiscais em dois anos.
- A votação deve ocorrer na terça ou quarta-feira, dependendo das negociações com a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou que na próxima semana será votada uma série de alternativas do governo à medida provisória (MP) da taxação, que foi recentemente rejeitada pelos deputados. Motta destacou que a redução de gastos é uma prioridade, considerando-a uma “pauta da Casa”. Além das medidas econômicas, a Câmara também analisará projetos relacionados à segurança pública e ao Outubro Rosa.
O líder do governo, José Guimarães, afirmou que as propostas de redução de despesas e aumento da arrecadação federal receberão um “esforço concentrado”. A intenção é aprovar o projeto de corte de gastos antes de abordar mudanças tributárias em setores específicos. Guimarães enfatizou a necessidade de um corte linear para reequilibrar as contas públicas, que enfrenta um déficit de quase R$ 600 bilhões.
Propostas em Debate
Entre as matérias que devem ser votadas, está a proposta de ajuste fiscal, que inclui a transformação da adulteração de bebidas em crime hediondo. O líder também mencionou a redução de incentivos tributários, com o Projeto de Lei Complementar 221/25, que sugere uma diminuição de 10% nos benefícios fiscais concedidos pelo governo federal, divididos em dois anos.
A expectativa é que a votação ocorra na terça ou quarta-feira, dependendo das negociações em andamento com a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. A semana promete ser intensa para a Câmara, com a análise de matérias consideradas fundamentais para o futuro econômico do Brasil.
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