- Cerca de 300 trabalhadores da British Library iniciaram greve entre 27 de outubro e 9 de novembro, organizada pelo sindicato Public and Commercial Services (PCS), que cobra aumento salarial alinhado à inflação, diante da revisão de 2 por cento para 2,4 por cento.
- A proposta anterior de aumento de 2 por cento para 2,4 por cento é vista como insuficiente pelos grevistas.
- A paralisação pode reduzir serviços e levar ao fechamento de salas de leitura, com risco de atrasos na abertura da exposição “Secret Maps” prevista até 18 de janeiro de 2026.
- A proposta de bônus de £5.000 anuais para diretores foi abandonada após pressão do PCS; a instituição informou que os edifícios permanecerão abertos, mas com interrupção significativa dos serviços.
- Trabalhadores do Tate também avaliam ação semelhante, refletindo insatisfação entre funcionários de instituições culturais em Londres, com negociações em andamento.
Cerca de 300 trabalhadores da British Library iniciaram uma greve entre 27 de outubro e 9 de novembro devido a uma disputa salarial. A ação foi organizada pelo sindicato Public and Commercial Services (PCS), que reivindica um aumento salarial que reflita a inflação. A biblioteca havia anunciado um aumento de 2% para 2,4%, mas os trabalhadores consideram essa proposta insuficiente.
A greve pode impactar a operação da biblioteca, resultando em serviços reduzidos e possíveis fechamentos de salas de leitura. Isso inclui a ameaça de atrasos na abertura da exposição “Secret Maps”, prevista para ocorrer até 18 de janeiro de 2026. Os membros do PCS afirmam que muitos funcionários precisam de empregos adicionais e estão se endividando para cobrir suas despesas.
Além disso, a proposta de bônus de £5.000 anuais para diretores da biblioteca foi abandonada após a pressão do sindicato. Um porta-voz da British Library informou que, apesar da greve, todos os edifícios permanecerão abertos, mas com um aviso de que haverá significativa interrupção nos serviços.
Situação no Tate
Enquanto isso, trabalhadores do Tate também estão considerando uma ação semelhante. A situação reflete um descontentamento crescente entre os funcionários de instituições culturais em Londres, que buscam melhores condições de trabalho e remuneração. As negociações continuam, mas a insatisfação é palpável, com os trabalhadores exigindo um compromisso real por parte das administrações.
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