- A Universal Music Group teve alta de 10% na receita total, para €3,02 bilhões, no terceiro trimestre de 2025, impulsionada por Taylor Swift e pela trilha de Demon Hunters; receita de assinaturas cresceu 8,7%.
- A receita de música gravada subiu 8,3% e chegou a €2,22 bilhões; analistas esperavam em torno de €2,17 bilhões; vendas físicas cresceram 23%, puxadas pelo álbum de Swift e lançamentos no Japão.
- A gravadora busca diversificar além do streaming com níveis de assinatura premium e monetização de superfãs; o crescimento do streaming ficou estagnado, não atingindo a meta de 3,45%.
- Anunciou acordo com a startup Udio para direitos autorais e novo serviço de criação e streaming; parceria plurianual com o Spotify para produtos de IA que respeitem direitos de artistas; prepara listagem nos EUA sob o acordo com Pershing Square (detém 4,5% das ações).
- Custos de preparação para a listagem nos EUA somaram €16 milhões; a UE definiu novo prazo para decidir sobre a oferta de US$ 775 milhões da Universal pela Downtown Music Holdings; EBITDA ajustado foi de €664 milhões, acima da previsão de €659 milhões.
A Universal Music Group, a maior gravadora do mundo, reportou um crescimento de 10% na receita total, alcançando €3,02 bilhões no terceiro trimestre de 2025. O desempenho foi impulsionado por artistas como Taylor Swift e a trilha sonora do filme Demon Hunters. A receita de assinaturas cresceu 8,7%, superando as expectativas de analistas.
A gravadora, que tem sede na Holanda, destacou que a receita de música gravada aumentou 8,3%, totalizando €2,22 bilhões. Os analistas esperavam um valor médio de €2,17 bilhões. O crescimento nas vendas físicas foi ainda mais expressivo, com um aumento de 23%, devido ao lançamento do álbum de Swift e novos produtos, especialmente no Japão.
Iniciativas Estratégicas
A Universal está diversificando sua receita além do streaming, com planos para implementar níveis de assinatura premium e monetizar superfãs. O crescimento do streaming, no entanto, ficou estagnado, não atingindo a previsão de 3,45%. Recentemente, a gravadora firmou um acordo com a startup Udio para resolver questões de direitos autorais e desenvolver um novo serviço de criação e streaming musical.
Além disso, a Universal anunciou uma parceria plurianual com o Spotify para criar produtos de IA que respeitem os direitos autorais dos artistas. A empresa também se prepara para uma listagem nos EUA, em cumprimento a um acordo com o fundo de hedge Pershing Square, que possui 4,5% das ações da gravadora.
Desafios e Oportunidades
A gravadora reportou €16 milhões em custos relacionados à preparação para a listagem nos EUA. Recentemente, a União Europeia estabeleceu um novo prazo para decidir sobre a oferta de US$ 775 milhões da Universal pela Downtown Music Holdings, levantando preocupações sobre o impacto no mercado de serviços para artistas independentes. O lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização foi de €664 milhões, superando as expectativas de €659 milhões.
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