- A Google e a Disney não chegaram a um acordo para renovar o contrato de canais, resultando na retirada de ABC, ESPN, Disney Channel, Nat Geo e outros do YouTube TV.
- Usuários perdem canais, gravações e conteúdo on-demand; no pacote em espanhol, ESPN Deportes e Nat Geo Mundo também deixam de ficar disponíveis.
- A discórdia envolve taxas de carriage; a Google afirma que termos econômicos propostos pela Disney poderiam elevar o preço aos assinantes.
- A Google anunciou crédito de até US$ 20 aos assinantes se os canais permanecerem fora do YouTube TV por um período prolongado.
- O desligamento mostra o desafio crescente entre plataformas de streaming e redes, com expectativa de que a Disney reconsidere a posição para evitar mais insatisfações.
Google e Disney não conseguiram chegar a um acordo para a renovação do contrato de canais, resultando na retirada de diversos canais Disney do YouTube TV. A partir de agora, os assinantes perderão acesso a canais como ABC, ESPN, Disney Channel e Nat Geo, impactando também gravações e conteúdo on-demand.
A disputa surgiu devido a desacordos sobre taxas de carriage, com a Google afirmando que a Disney propôs termos econômicos que poderiam elevar o preço para os usuários do serviço. A empresa, em comunicado, expressou sua frustração com a situação e reiterou o desejo de que a Disney colabore para um acordo que restabeleça os canais.
Para amenizar o impacto, a Google anunciou que oferecerá um crédito de até US$ 20 aos assinantes se os canais permanecerem fora do YouTube TV por um período prolongado. A lista completa dos canais removidos inclui, além dos já mencionados, ESPN2, ESPNU, Freeform, FX, FXX, FXM, entre outros.
Impacto para os Assinantes
Os usuários do YouTube TV, especialmente aqueles que assinam o pacote em espanhol, também perderão canais como ESPN Deportes e Nat Geo Mundo. O desligamento afeta não apenas a programação ao vivo, mas também o conteúdo gravado que os assinantes tinham em suas bibliotecas.
A situação reflete um crescente desafio nas negociações entre plataformas de streaming e redes de televisão, onde questões financeiras e de conteúdo tornam-se cada vez mais complicadas. A Google espera que a Disney reconsidere sua posição para evitar mais descontentamento entre os assinantes.
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