- A Vale busca tornar-se a maior mineradora de ferro do mundo em volume até o fim de 2025, impulsionada por S11D e ramp-ups, segundo o CFO Marcelo Bacci.
- Em coletiva, Bacci afirmou que o desempenho da empresa é superior aos pares e que a escalabilidade é simbólica no setor.
- No terceiro trimestre de 2025, a produção de minério de ferro ficou em 94,4 milhões de toneladas, recorde desde 2018, puxada pelo desempenho do projeto de Carajás, no Pará.
- A Vale registrou lucro líquido de US$ 2,69 bilhões no trimestre, alta de 13% ante o mesmo período do ano anterior, enquanto o EBITDA ajustado somou US$ 4,36 bilhões, alta de 21%.
- Executivos mencionaram possibilidade de dividendos extraordinários em breve; a dívida líquida para este ano pode ficar entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões, devendo ser menor ao final do ano, e a política de dividendos deve permanecer em 2026.
A Vale está em trajetória para se tornar a maior mineradora de ferro do mundo em volume até o final de 2025. O CFO da empresa, Marcelo Bacci, destacou que a companhia apresenta desempenho superior em relação aos concorrentes, impulsionada por projetos como o S11D e o ramp-up de suas operações. Essa afirmação foi feita durante uma coletiva de imprensa, onde Bacci enfatizou que a escalabilidade é simbólica no setor.
No terceiro trimestre de 2025, a produção de minério de ferro da Vale atingiu 94,4 milhões de toneladas, o melhor resultado desde 2018. O desempenho foi alavancado pelo recorde de produção do projeto em Carajás, no Pará. O CEO da Vale, Gustavo Pimenta, já havia sinalizado em junho que a empresa deve se posicionar como a líder global, destacando suas reservas e a importância do volume produzido.
Resultados Financeiros
A mineradora registrou um lucro líquido de US$ 2,69 bilhões no terceiro trimestre, representando um aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de US$ 4,36 bilhões, um crescimento de 21% no mesmo intervalo. Bacci atribuiu esse desempenho à melhoria nos custos e à estratégia de portfólio da empresa.
Executivos da Vale também mencionaram a possibilidade de dividendos extraordinários em breve, embora não tenham fornecido detalhes específicos. A previsão de dívida líquida para este ano permanece entre US$ 10 bilhões e US$ 20 bilhões, com Bacci afirmando que o número deve ser menor ao final do ano, devido à geração de caixa no quarto trimestre.
Perspectivas Futuras
O CFO indicou que a política de dividendos deve se manter em 2026, com a dinâmica influenciada pelos preços do minério de ferro e outros produtos. A Vale continua focada em fortalecer sua posição no mercado global, com a expectativa de que os resultados financeiros positivos contribuam para a distribuição de proventos aos acionistas.
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