- No Brasil, vales digitais de Natal passam a substituir as cestas tradicionais de itens alimentares.
- Levantamento da Swile mostra crescimento de cem por cento em dois mil e vinte e quatro, atingindo duzentos e vinte mil trabalhadores.
- O tíquete médio do vale é de trezentos e trinta reais, com supermercados respondendo por cinquenta e quatro por cento do uso, seguidos por restaurantes (16%), varejo (12%), serviços (8%) e automotivo (5%).
- Nicolas Batista, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Swile, diz que a mudança representa logística zero para as empresas, já que não há estoque nem perdas.
- A Swile atende cerca de cinco milhões e quinhentos mil trabalhadores globalmente e projeta continuidade da digitalização dos benefícios em dois mil e vinte e cinco.
No Brasil, a tendência de substituição das tradicionais cestas de Natal por vales digitais está se consolidando. Um levantamento da Swile revelou que a demanda por esses benefícios cresceu 100% em 2024, alcançando 220 mil trabalhadores. O aumento reflete a busca por maior flexibilidade no uso dos recursos e a eliminação da logística complexa associada à distribuição de cestas.
Os vales digitais não apenas simplificam o processo para os departamentos de recursos humanos, mas também oferecem aos colaboradores a liberdade de escolher onde gastar. Nicolas Batista, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Swile, destacou que essa mudança representa “logística zero” para as empresas, já que elimina a necessidade de estoque e reduz perdas.
Benefícios e Uso
O tíquete médio do vale de Natal foi de R$ 330. Os supermercados foram os principais responsáveis pelo uso, representando 54% do total, seguidos por restaurantes (16%), varejo (12%), serviços (8%) e automotivo (5%). A Swile, que atende cerca de 5,5 milhões de trabalhadores globalmente, prevê um crescimento contínuo para 2025, reforçando a tendência de digitalização dos benefícios.
A adaptação a esse novo formato é vista como um passo importante para as empresas, que se beneficiam de um controle mais rigoroso sobre a distribuição dos recursos. A mudança não só moderniza a forma como os benefícios são oferecidos, mas também reflete uma transformação mais ampla no mercado de trabalho, onde a flexibilidade e a personalização se tornam cada vez mais essenciais.
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