- Embraer realizou teleconferência em 4 de novembro; o CEO Francisco Gomes Neto afirmou que a crise da cadeia de suprimentos acabou, porém o guidance para 2025 permanece conservador, com backlog próximo de US$ 50 bilhões.
- Gomes Neto destacou que a empresa está pronta para as entregas previstas, com grande concentração de aeronaves nos próximos dois meses.
- O CFO Antonio Garcia disse que o cenário para 2026 deve ser mais estável, com faixa de receita projetada entre US$ 7 bilhões e US$ 7,5 bilhões.
- No terceiro trimestre, a Embraer registrou receita líquida de R$ 10,9 bilhões, lucro líquido ajustado de R$ 289,4 milhões e EBITDA ajustado de R$ 1,27 bilhão; margens permanecem pressionadas pelo mix de produtos, custos e tarifas.
- A empresa sinaliza avanços em aviação comercial, defesa e serviços; há negociações com governos para zerar tarifas de importação, o que pode facilitar acordos bilaterais, mantendo o backlog robusto.
Executivos da Embraer realizaram uma teleconferência nesta terça-feira, 4 de novembro, onde o CEO Francisco Gomes Neto anunciou que a crise na cadeia de suprimentos chegou ao fim. A empresa, que possui um backlog robusto próximo de US$ 50 bilhões, mantém, no entanto, uma projeção conservadora de receita para 2025.
Gomes Neto destacou que a fabricante está preparada para realizar as entregas previstas, com uma grande concentração de aeronaves a serem entregues nos próximos dois meses. O CFO Antonio Garcia afirmou que a empresa espera um cenário mais estável para 2026, com uma faixa de receita projetada entre US$ 7 bilhões e US$ 7,5 bilhões.
Os resultados do terceiro trimestre mostraram uma receita líquida de R$ 10,9 bilhões, com um lucro líquido ajustado de R$ 289,4 milhões e EBITDA ajustado de R$ 1,27 bilhão. Apesar do crescimento, a Embraer continua enfrentando margens pressionadas devido ao mix de produtos e custos, além de desafios tarifários.
Expectativas Futuras
A Embraer também mencionou avanços nos setores de aviação comercial, defesa e serviços. A empresa está em negociações com governos para a alíquota zero em importações, o que pode facilitar o retorno de acordos bilaterais. O portfólio moderno e o backlog robusto da companhia indicam potencial de crescimento nos próximos anos, apesar das projeções conservadoras para o próximo ano.
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