- O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015, deixou dezenove mortes e mais de 600 desabrigados, e levou repasses de R$ 4,4 milhões para vigilância sanitária e R$ 2 milhões no ano seguinte.
- O Ministério da Saúde lançou um amplo plano de ação avaliado em R$ 12 bilhões para apoiar as vítimas e a recuperação da região, com R$ 3,6 bilhões já em execução e R$ 9 bilhões mantidos como cheque permanente para gerar recursos às futuras gerações.
- O plano prevê a construção de hospitais, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e a aquisição de ambulâncias, entre outros serviços de saúde essenciais.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a iniciativa durante a posse do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce, em setembro deste ano.
- Investimentos em pesquisa: R$ 80 milhões para a Rede de Pesquisas em Saúde do Rio Doce, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com estudo de quinze anos sobre riscos à saúde decorrentes da exposição a substâncias químicas até 2026.
O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015, continua a impactar a vida de centenas de famílias. O Ministério da Saúde anunciou um amplo plano de ação, agora avaliado em R$ 12 bilhões, para apoiar as vítimas e a recuperação da região. Desses, R$ 3,6 bilhões já estão em execução, enquanto R$ 9 bilhões serão mantidos como um cheque permanente para garantir recursos às gerações futuras.
O plano inclui a construção de hospitais, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e a aquisição de ambulâncias, além de outros serviços de saúde essenciais. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância dessa iniciativa durante a posse do Conselho Federal de Participação Social da Bacia do Rio Doce, em setembro deste ano.
Investimentos em Pesquisa
Além dos investimentos em infraestrutura, o plano também prevê R$ 80 milhões para a criação da Rede de Pesquisas em Saúde do Rio Doce, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Este projeto, que se estenderá até 2026, focará em um estudo de 15 anos sobre os riscos à saúde decorrentes da exposição a substâncias químicas na região afetada.
O rompimento da barragem resultou em 19 mortes e deixou mais de 600 pessoas desabrigadas. O Ministério da Saúde atuou rapidamente na época, enviando equipes de emergência, monitorando a qualidade da água e oferecendo assistência psicossocial. Em resposta ao desastre, foram autorizados repasses de R$ 4,4 milhões para ações de vigilância sanitária e mais R$ 2 milhões no ano seguinte para apoiar os municípios impactados.
O compromisso do governo em atender as necessidades das vítimas e em promover a recuperação da região é um passo significativo na busca por justiça e reparação após a tragédia.
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