- O Banco de Portugal recomenda manter dinheiro vivo em casa pela primeira vez em documento oficial, publicado no Boletim Notas e Moedas em 31 de outubro, após o apagão de 28 de abril que afetou serviços em Portugal.
- Durante o apagão, muitas pessoas não conseguiram pagar com cartão devido à falta de energia e de rede, e houve dificuldade para levantar dinheiro.
- Também houve relatos de problemas para realizar compras em numerário e para acessar caixas automáticos sem energia ou sem rede.
- O BdP cita vulnerabilidade do sistema financeiro a falhas futuras e destaca a necessidade de prudência diante de possíveis interrupções.
- A recomendação visa assegurar que a população tenha recursos em dinheiro para situações de emergência e reforça a preparação para novos episódios desse tipo.
Após o apagão de 28 de abril, que afetou diversos serviços em Portugal, o Banco de Portugal (BdP) fez uma recomendação inédita: manter dinheiro vivo em casa. A orientação, publicada no Boletim Notas e Moedas em 31 de outubro, surge em resposta às dificuldades enfrentadas pelos cidadãos durante o apagão, como problemas com pagamentos eletrônicos e acesso a caixas automáticas.
Muitos portugueses relataram que, na ocasião, não conseguiram realizar transações com cartões devido à falta de energia e de rede. Além disso, houve dificuldades em levantar dinheiro e efetuar compras em numerário. O BdP, ao avaliar esses constrangimentos, destacou a vulnerabilidade do sistema financeiro a falhas futuras.
Recomendação do Banco de Portugal
O BdP enfatizou a importância de ter uma reserva em dinheiro físico como uma medida de prudência. Essa recomendação reflete a preocupação com possíveis novos apagões ou interrupções nos serviços financeiros. A sugestão visa garantir que os cidadãos não enfrentem dificuldades em situações de emergência.
A instituição financeira, ao reconhecer os desafios impostos pelo apagão, reforça a necessidade de preparação por parte da população. A medida é um alerta para que os cidadãos considerem a possibilidade de imprevistos e adotem práticas que garantam maior segurança financeira em momentos críticos.
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