- A B3 vive um período sem novas aberturas de capital, enquanto a Nasdaq tem pipeline com mais de 300 IPOs programados para 2025; executivos da Nasdaq e da 3DOTS Capital Advisory estiveram no Brasil.
- Poucas empresas nacionais abriram capital recentemente, mas há expectativa para 2026, com cronograma intenso de IPOs internacionais; visitas ao Brasil geraram contatos para futuras listagens.
- Em São Paulo, Jay Heller, vice-presidente da Nasdaq, afirmou que a visita foi produtiva e resultou em diversos encontros com empreendedores locais.
- Expectativas para 2026 apontam para um cronograma intenso de IPOs, impulsionado pela possível queda da taxa de juros nos Estados Unidos e por um ambiente econômico global mais favorável, com várias empresas interessadas em acessar o mercado de capitais americano.
- Oportunidades no mercado internacional: a Nasdaq, com volume diário de 2,8 trilhões, é vista como alternativa para empresas brasileiras; Lucy Pamboukdjian, executiva da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), ressaltou que várias companhias se preparam para abrir capital no exterior, principalmente em tecnologia.
A B3 enfrenta um período prolongado sem novas aberturas de capital, enquanto a Nasdaq se destaca com mais de 300 IPOs programados para 2025. Executivos da Nasdaq e da 3DOTS Capital Advisory visitaram o Brasil e expressaram otimismo em relação ao potencial do mercado brasileiro.
Apesar de a B3 ter alcançado recordes acima de 150 mil pontos, o número de empresas locais se preparando para IPOs é escasso. Em contraste, a Nasdaq tem atraído a atenção de empresários brasileiros que buscam novas oportunidades no exterior. Durante um evento em São Paulo, Jay Heller, vice-presidente da Nasdaq, destacou que a visita ao Brasil foi mais produtiva do que o esperado, resultando em diversos encontros com empreendedores locais.
Expectativas para 2026
Heller prevê um cronograma intenso de IPOs em 2026, impulsionado pela possível queda da taxa de juros nos Estados Unidos e um ambiente econômico global mais favorável. Ele mencionou que existem muitas empresas interessadas em acessar o mercado de capitais americano, com algumas já em conversas há anos. “Nunca vi um pipeline tão grande”, afirmou.
Lucy Pamboukdjian, diretora executiva da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), corroborou a análise, informando que várias empresas estão se preparando para abrir capital no exterior. “Não é que o Brasil não seja bom, mas o dinheiro está lá fora, especialmente em setores como tecnologia”, destacou.
Oportunidades no Mercado Internacional
Os executivos da Nasdaq enfatizaram que o objetivo da visita foi plantar a “semente” da curiosidade entre os empresários brasileiros. Eles buscam aprofundar relacionamentos e colher frutos no futuro. A Nasdaq, com seu volume de operações de 2,8 trilhões por dia, é vista como a principal alternativa para empresas que desejam expandir seus horizontes.
A busca por novas oportunidades no mercado americano reflete a crescente ambição dos empresários brasileiros em explorar os vastos recursos disponíveis na Nasdaq, a bolsa mais movimentada do mundo.
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