- A renda real per capita da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) cresceu 0,4% no 2º trimestre de 2025, e o PIB real per capita subiu 0,5%; os dados foram publicados nesta segunda-feira, 10 de novembro, indicando recuperação generalizada após início lento.
- No trimestre anterior, a renda per capita avançou 0,1%; 12 dos 19 países analisados tiveram melhoria; entre os membros do Grupo dos Sete (G7), houve recuperação.
- Alemanha e Reino Unido reverteram quedas de 0,5% e 0,8% respectivamente, para crescerem 0,3%; a Alemanha se beneficiou de maiores benefícios sociais e menores contribuições, enquanto o Reino Unido teve aumento na remuneração e redução de impostos.
- França registrou avanço de 0,3%; Estados Unidos cresceram 0,6%; Canadá, 0,2%.
- Polônia teve destaque com crescimento de 3,1%, impulsionado pela queda da inflação e aumento de benefícios sociais; Chile e Países Baixos registraram quedas de 0,6%.
A renda real per capita das famílias na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025. O Produto Interno Bruto (PIB) real per capita também teve um avanço, subindo 0,5%. Os dados foram divulgados em relatório nesta segunda-feira, 10 de novembro, e indicam uma recuperação generalizada após um desempenho inicial lento.
No trimestre anterior, a renda per capita havia crescido apenas 0,1%, com 12 dos 19 países analisados mostrando melhora. A OCDE destaca que, entre os países do G7, a maioria apresentou recuperação. Alemanha e Reino Unido reverteram quedas de 0,5% e 0,8%, respectivamente, e agora crescem 0,3%. A Alemanha se beneficiou de maiores benefícios sociais e menores contribuições, enquanto o Reino Unido teve aumento na remuneração e redução de impostos.
Desempenho por Países
A França viu sua renda real per capita avançar 0,3%, impulsionada pela desaceleração da inflação. Nos Estados Unidos, o crescimento foi de 0,6%, enquanto o Canadá registrou 0,2%. A Polônia destacou-se com um crescimento de 3,1%, sustentado por uma queda na inflação e aumento de benefícios sociais.
Por outro lado, Chile e Países Baixos enfrentaram as maiores quedas, ambos com recuo de 0,6%. Essa melhora na renda real é atribuída ao alívio da inflação em várias economias, contribuindo para o crescimento econômico nos países membros da OCDE.
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