- A desigualdade digital é apontada como um dos principais fatores da concentração de riqueza no mundo.
- Globalmente, 1,6% da população concentra quase metade da riqueza, enquanto 40% detém menos de 1%.
- Economistas afirmam que a desigualdade não é apenas resultado do crescimento, mas condição para ele.
- O texto destaca divergências entre esquerda, que vê a tecnologia como exploração, e direita, que vê IA como libertadora, com riscos de justificar o poder dos mais ricos.
- A coluna Iconomia, com o professor Gilson Schwartz, vai ao ar quinzenalmente às 8h30 na Rádio USP e no YouTube, com produção da Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
A desigualdade apresenta um eixo central na era digital. Observa-se, segundo análises recentes, que a tecnologia amplia a concentração de riqueza em escala global, mesmo diante de diferentes leituras políticas sobre seu papel.
Dados destacam que 1,6% da população mundial acumula quase metade da riqueza, enquanto 40% fica com menos de 1%. Economistas apontam que a desigualdade passou a ser condição para o crescimento, e não apenas seu resultado.
A partir da coluna Iconomia, o professor Gilson Schwartz analisa esse cenário, com foco em impactos econômicos e sociais da tecnologia.
Iconomia
A obra é produzida pela Rádio USP, Jornal da USP e TV USP, e tem Veiculação quinzenal. Vai ao ar às segundas-feiras, às 8h30, em São Paulo (93,7) e Ribeirão Preto (107,9). Também está disponível no YouTube.
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