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Ibovespa bate recorde histórico e acumula 15ª alta consecutiva

Ibovespa fecha em 157.748,6 pontos, 15ª alta seguida, com dólar em queda de 0,62% e IPCA de outubro abaixo do esperado, Copom sinaliza menor pressão inflacionária

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  • Ibovespa atingiu novo recorde de fechamento ao encerrar em 157.748,6 pontos nesta terça-feira, 11 de novembro, tendo chegado a 158.467,21 pontos no intraday; movimento foi puxado por Petrobras e Itaú Unibanco.
  • O desempenho veio após o IPCA de outubro ficar abaixo do esperado (0,09% vs 0,15%) e a ata do Copom sinalizar menos pressão inflacionária, fortalecendo a percepção de menor necessidade de cortes de juros.
  • O volume financeiro da sessão foi de R$ 35,45 bilhões, acima da média; o índice subiu 1,60% ante o dia anterior, com valorização de 9,48% nas últimas semanas e 31,15% no ano.
  • O dólar caiu 0,62%, cotado a R$ 5,2746, menor valor desde junho de 2024, em quinta queda consecutiva impulsionada pelo enfraquecimento global da moeda e pela expectativa de cortes de juros no Brasil.
  • Expectativas de mercado: a ata do Copom apontou que a Selic, em 15%, deve ser suficiente para convergir a inflação à meta de 3%; Willian Queiroz, da Blue3, diz que IPCA e Copom criam cenário favorável para mais ganhos na B3 e possível ciclo de redução de juros.

O Ibovespa alcançou um novo recorde de fechamento nesta terça-feira, 11 de novembro, ao registrar 157.748,6 pontos, marcando a 15ª alta consecutiva. O índice, que já havia superado os 158 mil pontos durante o pregão, foi impulsionado por ações de grandes empresas como Petrobras e Itaú Unibanco. O avanço foi reforçado por dados do IPCA de outubro, que ficou abaixo do esperado, e pela ata do Copom, que sinalizou um tom mais brando em relação à inflação.

O índice, que subiu 1,60% em relação ao dia anterior, acumula uma valorização de 9,48% nas últimas semanas e de 31,15% no ano. O volume financeiro da sessão foi de R$ 35,45 bilhões, bem acima da média diária de R$ 23,6 bilhões. Este desempenho positivo é um reflexo do otimismo no mercado, que se intensificou após a divulgação de que o IPCA subiu apenas 0,09% em outubro, comparado a uma expectativa de 0,15%.

Dólar em Queda

Simultaneamente, o dólar caiu 0,62%, cotado a R$ 5,2746, o menor valor desde junho de 2024. Essa foi a quinta queda consecutiva da moeda, influenciada por um enfraquecimento global do dólar e pela expectativa de cortes de juros no Brasil. A analista Laís Costa, da Empiricus Research, destacou que o cenário atual atrai investidores estrangeiros, que estão de olho em uma possível redução da taxa Selic.

Expectativas do Mercado

A ata do Copom indicou uma melhora na inflação de serviços e retirou trechos mais duros de comunicados anteriores. A mensagem de que a Selic, atualmente em 15%, deve ser suficiente para garantir a convergência da inflação à meta de 3% trouxe alívio aos investidores. Willian Queiroz, sócio da Blue3, comentou que a combinação do IPCA e a ata do Copom formaram um cenário favorável para mais ganhos na B3, aumentando as expectativas de um ciclo de redução de juros no futuro.

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