- O estudo Art Basel UBS 2025 aponta queda de compradores via leilões, de 74% para 49% nos últimos dois anos, com preferência por galerias/dealers privados; mesmo assim, a temporada de outono em Nova York pode render até US$ 2,3 bi.
- A Sotheby’s transferiu a sede para o antigo edifício do Whitney Museum, mirando arrecadar entre US$ 863 milhões e US$ 1,175 bilhões; a mudança, estimada em cerca de US$ 100 milhões, é visto como estratégia para atrair vendedores, com espaço de exibição em estilo museu.
- Entre as obras aguardadas estão Frida Kahlo (El Sueño, 1940) estimada entre US$ 40 milhões e US$ 60 milhões, Maurizio Cattelan (America, toilet de ouro) e Monet (Nymphéas, 1907) com estimativa superior a US$ 40 milhões.
- A Christie’s projeta receber entre US$ 736 milhões e US$ 1 bilhão, lideradas pela coleção da família Weis, com 80 obras e valor superior a US$ 180 milhões; a coleção de Leonard Lauder, com Portrait of Elisabeth Lederer, pode chegar a cerca de US$ 400 milhões.
- A temporada ainda traz venda de fósseis, como o esqueleto de Triceratops, adicionando uma nova dimensão aos leilões.
O mercado de arte enfrenta um cenário desafiador, com os leilões enfrentando uma queda significativa no número de compradores. Segundo o estudo Art Basel UBS 2025, a participação de indivíduos de alta renda que compram por meio de leilões caiu de 74% para 49% nos últimos dois anos. A preferência agora se desloca para galerias e dealers privados. Apesar disso, as casas de leilão demonstram otimismo para a temporada de outono em Nova York, que pode gerar até US$ 2,3 bilhões.
A Sotheby’s, que recentemente transferiu sua sede para o antigo edifício do Whitney Museum, espera arrecadar entre US$ 863 milhões e US$ 1,175 bilhões. A mudança, avaliada em cerca de US$ 100 milhões, foi vista como um movimento estratégico para atrair vendedores, oferecendo um espaço de exibição em estilo museu. “Estamos entrando em um edifício icônico, o que reverberou com muitos vendedores”, afirma Madeline Lissner, vice-presidente executiva da Sotheby’s.
Destaques das Vendas
Entre os itens mais aguardados estão obras de Frida Kahlo, Maurizio Cattelan e Claude Monet. O quadro El Sueño (La Cama) de Kahlo, de 1940, tem estimativa entre US$ 40 milhões e US$ 60 milhões. Já a obra America, um toilet de ouro de Cattelan, promete ser um dos grandes atrativos da temporada. Monet também estará em destaque, com Nymphéas de 1907, estimado em mais de US$ 40 milhões.
A Christie’s, por sua vez, projeta arrecadações entre US$ 736 milhões e US$ 1 bilhão, lideradas pela coleção da família Weis, que inclui 80 obras com valor estimado superior a US$ 180 milhões. O acervo de Leonard Lauder, com a pintura Portrait of Elisabeth Lederer de Gustav Klimt, pode trazer cerca de US$ 400 milhões. A temporada também contará com a venda de fósseis, como um esqueleto de Triceratops, adicionando uma nova dimensão ao leilão.
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