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Varejo registra alta de 0,4% em outubro, aponta índice Stone

Varejo brasileiro sobe 0,4% em outubro, com cinco de oito segmentos em alta; combustíveis caem 2,3% e móveis caem 0,5%, Norte e Nordeste destacam-se

Quase todos os segmentos analisados tiveram alta em outubro
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  • O varejo brasileiro subiu 0,4% em outubro, conforme o Índice do Varejo Stone (IVS), com divulgação em 13 de novembro de 2025, mantendo-se moderado apesar do avanço.
  • Entre os oito segmentos, cinco avançaram, destacando-se tecidos, vestuário e calçados (+1,2%) e outros itens pessoais (+1,1%); combustíveis e lubrificantes, móveis e eletrodomésticos e material de construção recuaram.
  • Em comparação com outubro do ano anterior, as vendas passaram decréscimo de 1,5%.
  • No acumulado do ano, apenas livros, jornais, revistas e papelaria (+0,9%) e artigos farmacêuticos (+0,5%) registraram alta; móveis e eletrodomésticos teve a maior queda anual (-2,5%).
  • No cenário regional, seis estados tiveram resultados positivos na comparação anual, com Amapá em destaque (+4,2%), enquanto Rondônia caiu (-8,6%); Norte e Nordeste apresentaram melhora, mas o Sul exibiu retração generalizada.

O varejo brasileiro registrou uma alta de 0,4% em outubro, conforme aponta o Índice do Varejo Stone (IVS), divulgado em 13 de novembro de 2025. Apesar desse crescimento, o cenário geral ainda reflete uma desaceleração da atividade econômica. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, houve uma queda de 1,5% nas vendas.

Entre os oito segmentos analisados, cinco apresentaram crescimento. Os destaques foram os setores de tecidos, vestuário e calçados, que subiram 1,2%, e outros itens pessoais, com alta de 1,1%. Já os segmentos que enfrentaram quedas foram combustíveis e lubrificantes (-2,3%), móveis e eletrodomésticos (-0,5%) e material de construção (-0,4%).

Fatores que Influenciam o Varejo

O economista Guilherme Freitas, da Stone, destaca que, apesar da leve alta, o consumo continua moderado, sustentado por um mercado de trabalho robusto, com desemprego baixo e renda elevada. Fatores como o endividamento recorde das famílias e a inflação persistente limitam uma recuperação mais sólida.

No acumulado do ano, apenas os segmentos de livros, jornais, revistas e papelaria e artigos farmacêuticos apresentaram crescimento, com altas de 0,9% e 0,5%, respectivamente. Em contrapartida, o setor de móveis e eletrodomésticos registrou a maior queda anual, com -2,5%.

Desempenho Regional

No recorte regional, apenas seis estados mostraram resultados positivos em comparação anual, com o Amapá liderando com uma alta de 4,2%. Entre os estados com maior queda, Rondônia apresentou a pior performance, com uma retração de 8,6%. O Norte e Nordeste se destacaram, enquanto o Sul enfrentou uma retração generalizada, refletindo a desigualdade no consumo entre as regiões do país.

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