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Família controladora da Hapvida eleva participação após tombo com balanço

Família do CEO da Hapvida ampliou participação, comprando ~R$ 250 milhões em ações; empresa adquiriu ~R$ 500 milhões. Ações caem >40%, maior queda desde o IPO de 2018

Família controladora da Hapvida eleva participação após tombo com balanço, diz fonte | A própria empresa adquiriu outros R$ 500 milhões em ações, disse a mesma fonte à Bloomberg News. (Foto: Divulgação/Hapvida) (Divulgação/Hapvida)
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  • Acionistas controladores da Hapvida elevaram participação após resultados, com a família do CEO Jorge Koren de Lima investindo cerca de R$ 250 milhões em ações e a própria empresa comprando adicionalmente R$ 500 milhões em ações.
  • Os resultados do terceiro trimestre ficaram 11% abaixo das expectativas dos analistas.
  • As ações caíram mais de 40% na última quinta-feira, 13, gerando perda de cerca de R$ 7 bilhões em valor de mercado, em meio a maior sinistralidade, custos elevados e margem de EBITDA mais baixa.
  • O mercado revisa as projeções; JPMorgan e Banco do Brasil rebaixaram as recomendações, sinalizando um ano difícil pela frente.
  • A Hapvida estreou na bolsa em 2018; a movimentação da família controladora é vista como tentativa de sinalizar confiança na recuperação, mesmo diante do cenário adverso.

Os acionistas controladores da Hapvida aumentaram sua participação na operadora de saúde após resultados financeiros decepcionantes. A família do CEO Jorge Koren de Lima investiu cerca de R$ 250 milhões em ações, enquanto a própria empresa adquiriu R$ 500 milhões adicionais. Essa movimentação ocorreu após a divulgação de resultados do terceiro trimestre que ficaram 11% abaixo das expectativas dos analistas.

As ações da Hapvida enfrentaram uma queda histórica de mais de 40% na última quinta-feira, dia 13, resultando na perda de aproximadamente R$ 7 bilhões em valor de mercado. O desempenho fraco foi impactado por um aumento na sinistralidade e custos elevados, além de uma margem EBITDA reduzida.

Reações do Mercado

Analistas já começaram a reavaliar suas projeções para a empresa, com instituições como JPMorgan e Banco do Brasil rebaixando a recomendação das ações, indicando um ano desafiador pela frente. O EBITDA, um indicador crucial de rentabilidade, não atendeu às expectativas do mercado, o que gerou preocupação entre os investidores.

A Hapvida, que estreou na bolsa em 2018, agora enfrenta um cenário complexo, onde as expectativas para os próximos anos foram ajustadas para baixo. A movimentação da família controladora pode ser vista como uma tentativa de demonstrar confiança na recuperação da empresa, apesar das dificuldades atuais.

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