- Lançado em 2018, em Seul, como tutor de idiomas baseado em IA; expansionou para Japão e Taiwan e agora mira o mercado dos EUA, enfrentando o Duolingo.
- Receita anualizada acima de US$ 100 milhões e avaliação de US$ 1 bilhão; cerca de 500 empresas utilizam assinaturas, incluindo KPMG e HD Hyundai.
- Foco na fluência e na prática oral; usuários relatam falar entre cinco e dez vezes mais no Speak do que em outros apps; simula situações do dia a dia para treinar pronúncia.
- 15 milhões de usuários já baixaram o app; modelo freemium com planos pagos entre US$ 80 e US$ 200; em 2024 passou a atuar no setor corporativo.
- Investidores incluem Khosla Ventures e Accel, com aporte total de US$ 160 milhões; parceria com a OpenAI facilita o desenvolvimento; Duolingo teve receita de US$ 724 milhões no último ano, projetando US$ 1,02 bilhão.
Em 2018, o aplicativo Speak foi lançado em Seul, Coreia do Sul, como um tutor de idiomas baseado em inteligência artificial (IA). Desde então, a startup se expandiu para Japão e Taiwan, agora mirando o competitivo mercado dos Estados Unidos, onde enfrentará o popular Duolingo. Com uma receita anualizada superior a US$ 100 milhões e uma avaliação de US$ 1 bilhão, o Speak já conquistou cerca de 500 empresas, incluindo KPMG e HD Hyundai, que oferecem assinaturas para seus funcionários.
O Speak se destaca por seu foco na fluência conversacional, diferente do Duolingo, que prioriza gramática e vocabulário. Segundo Connor Zwick, cofundador da plataforma, os usuários falam de cinco a dez vezes mais no Speak do que em outros aplicativos. O aplicativo simula situações cotidianas, permitindo que os alunos pratiquem a pronúncia de maneira interativa e sem medo de errar.
Expansão e Inovação
Desde seu lançamento, o Speak já foi baixado por 15 milhões de usuários. O modelo de negócios permite que os usuários comecem gratuitamente, com opções de planos pagos que variam de US$ 80 a US$ 200. Em 2024, a empresa começou a se expandir para o setor corporativo, respondendo à demanda de empresas que desejam cobrir os custos de aprendizado de idiomas para seus funcionários.
A startup atraiu a atenção de investidores como Khosla Ventures e Accel, arrecadando US$ 160 milhões em capital total. Zwick e seu cofundador, Andrew Hsu, têm uma trajetória marcada pelo interesse em IA e aprendizado de idiomas, e a colaboração com a OpenAI tem sido fundamental para o desenvolvimento do Speak.
Concorrência
Apesar do crescimento, o Speak ainda está longe de alcançar o Duolingo, que reportou US$ 724 milhões em receita no último ano e projeta um crescimento para US$ 1,02 bilhão. Zwick reconhece a liderança do Duolingo, mas acredita que o Speak oferece uma experiência de aprendizado mais séria e focada na prática oral, o que pode ser um diferencial importante no mercado.
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