- A Moody’s rebaixou a Raízen de Baa3 para Ba1, levando a empresa ao território de junk.
- Os ratings permanecem sob revisão para novos rebaixamentos.
- A agência citou deterioração dos indicadores de dívida e elevado endividamento que limitam a geração de caixa.
- A Raízen era avaliada como investment grade e era a maior produtora de etanol do Brasil.
- Não há previsão de recuperação significativa no curto prazo, segundo a Moody’s.
A Moody’s rebaixou a Raízen, maior produtora de etanol do Brasil, de Baa3 para Ba1, levando a empresa ao território de junk. A decisão ressalta a deterioração dos indicadores de dívida e a pouca visibilidade de recuperação no curto prazo. Os ratings seguem sob revisão para novos rebaixamentos.
A agência cita o elevado endividamento como fator limitante para a geração de caixa e sustento do desempenho operacional. O comunicado enfatiza que a trajetória de crédito da Raízen permanece sob pressão, com impactos potenciais sobre financiamentos e custos de capital.
Situação após o downgrade
A nota Ba1 indica status de alto risco de crédito para investidores. Segundo a Moody’s, não há sinal imediato de melhora relevante, o que mantém as métricas financeiras da empresa sob escrutínio ativo. A avaliação completa aponta incerteza quanto à recuperação nos próximos meses.
A cobertura de crédito da Raízen, conforme a Moody’s, deve seguir pressionada até que haja melhoria sustentável nas métricas de alavancagem e geração de caixa. As informações foram divulgadas na última quinta-feira pela agência. (Fonte: Bloomberg)
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